Na tarde de 30 de julho de 2026, alertas de evacuação foram emitidos para os residentes da região fronteiriça norte da província de Gyeonggi, na Coreia do Sul, após a detecção de drones não identificados.
Apesar de o incidente ter sido posteriormente classificado como uma pequena confusão, após a identificação de um drone militar americano envolvido em um treinamento conjunto, as forças armadas sul-coreanas haviam elevado seu nível de defesa aérea e estiveram muito perto de abater a aeronave dos Estados Unidos.
Alertas de evacuação foram enviados por volta das 14h para a área de Cheorwon, na província de Gangwon, indicando a seriedade da situação inicial.
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Equipamentos de vigilância, como radares e dispositivos de imagem térmica, foram usados por unidades da linha de frente para identificar um objeto voador não conhecido. A ausência de comunicação prévia sobre o voo levou os militares a emitirem o alerta “Durumi”, elevando a prontidão da defesa aérea em todos os escalões diante da possibilidade de uma infiltração norte-coreana.
O “Durumi” é um protocolo operacional desenvolvido especificamente para neutralizar incursões de drones da Coreia do Norte, ativando todas as capacidades de defesa antiaérea, incluindo canhões.
Pouco tempo depois, o objeto foi confirmado como um drone operado por forças americanas que participavam de um exercício militar conjunto entre a Coreia do Sul e o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, que acontecia em Paju, província de Gyeonggi.
Toda a sequência de eventos foi resolvida em pouco mais de uma hora, mas o episódio ressaltou a proximidade de uma situação em que um drone militar americano quase foi abatido durante uma operação de treinamento.
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É imprescindível que as Forças Armadas sul-coreanas concedam aprovação prévia para voos de drones em áreas próximas à Linha de Demarcação Militar.
As Forças Armadas da Coreia do Sul informaram que a confusão se deu porque as forças americanas não seguiram o procedimento obrigatório de aprovação.
Entretanto, há divergências nas explicações, visto que as Forças Armadas dos EUA na Coreia afirmam ter compartilhado o plano de voo do drone, que fazia parte do contingente do exercício, com seus homólogos sul-coreanos com antecedência.
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Especialistas e observadores locais apontam que o episódio expôs falhas significativas na comunicação entre as autoridades militares sul-coreanas e americanas, evidenciando um risco potencial em operações conjuntas em uma região de alta tensão.
As Forças Armadas dos EUA na Coreia descreveram o ocorrido como um “acidente”, afirmando que estão “avaliando as circunstâncias e continuam a cooperar com o Corpo de Fuzileiros Navais da República da Coreia e as autoridades locais”.





