Uma arquiteta de Salvador revelou ter descoberto, depois do velório de seu companheiro, que ele mantinha uma vida dupla, com três amantes, sendo que duas delas compareceram à despedida. O caso da engenheira civil Kaline Macêdo, ocorrido em outubro anterior na capital baiana, viralizou nas redes sociais em julho, alcançando mais de 300 mil interações.
Kaline Macêdo e o parceiro, cujo nome não foi revelado, viveram juntos por 12 anos. Ele faleceu aos 41 anos, vítima de um acidente automobilístico, no retorno de uma viagem que fazia acompanhado de uma de suas amantes.
No total, o homem tinha três relacionamentos extraconjugais. A terceira parceira foi descoberta por Kaline somente em um momento posterior aos eventos do velório.
“Meu ex morreu em um acidente de carro e no velório dele descobrimos que ele era um mitomaníaco manipulador”, relatou Kaline Macêdo na legenda de um vídeo. A mitomania é um transtorno caracterizado pela tendência compulsiva de criar e contar histórias falsas, resultando em padrões de engano e manipulação.
Kaline Macêdo estava viajando pelo interior da Bahia quando foi informada sobre o falecimento de seu companheiro. Ela retornou imediatamente para Salvador, onde participou do velório ao lado da mãe, que acabou revelando todas as infidelidades do genro.
A arquiteta disse que, durante um diálogo casual no velório, sua mãe tomou conhecimento de que o genro mantinha um relacionamento de três anos com outra mulher.
“Minha mãe falou que era o velório do genro dela e a mulher disse que estava no velório do namorado de uma amiga, com quem ela estava há três anos”, contou Kaline. Ela continuou: “A mulher perguntou: ‘Você é mãe de fulana (nome da amante)?’ e a minha mãe disse que não. A mulher ficou branca, correu e minha mãe já ficou ligada”.
“Começaram a prestar atenção no que estava acontecendo naquele velório e descobriram que, além de mim, tinham mais duas viúvas”, afirmou Kaline no vídeo.
Contudo, a mãe de Kaline optou por não revelar os fatos naquele instante, considerando o profundo luto da filha. Aproximadamente dez dias depois, a arquiteta soube das traições por meio das redes sociais, e a mãe confirmou toda a história.
Além das duas mulheres presentes no velório, o homem falecido ainda mantinha um terceiro relacionamento. Uma das amantes era uma jovem de 19 anos, que trabalhava como estagiária na mesma empresa que ele.
“Foi aí que ela me contou de tudo que ela tinha visto no velório. Eu estava em choque. Eu estava arrasada porque me sentia culpada por ter passado três anos tentando terminar com ele”, lamentou a arquiteta. “Foi assim que acabei descobrindo que ele tinha prazer em enganar mulheres e todas achavam que ele tinha terminado comigo”.
Kaline Macêdo ainda relatou que o relacionamento com o companheiro não era saudável. Três anos antes do falecimento dele, ela havia tentado terminar, mas foi impedida de levar a decisão adiante devido ao comportamento manipulador do homem.
“Eu estava exausta da relação, mas ele não permitia (o término). Me seguia, ia atrás de mim, era um caos”, disse Kaline.



