Foto: Elize Matsunaga. – Foto: reprodução
O caso Elize Matsunaga, que abalou o Brasil em 2012 com o assassinato e esquartejamento do empresário Marcos Matsunaga, herdeiro da Yoki, voltou a ser debatido com o lançamento do documentário “Elize: Sombras de uma mulher”. Ao final da produção, é revelado que Elize não mantém contato com a filha, Helena, desde sua prisão pelo crime.
Atualmente com 16 anos, Helena reside sob a guarda dos avós paternos, Mitsuo e Yoko Matsunaga. A custódia do casal foi estabelecida em 2012, logo após o crime, depois que um exame de DNA confirmou a paternidade biológica de Marcos. Esse teste foi realizado porque os avós levantaram dúvidas sobre a paternidade diante da revelação do histórico de Elize como garota de programa.
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Depois da detenção da mãe, Helena permaneceu por um tempo sob os cuidados da tia materna, Rose, que havia viajado a São Paulo para auxiliar na assistência à criança. O escritor Ulisses Campbell, autor de “Elize Matsunaga: A mulher que esquartejou o marido”, recordou esse período durante uma entrevista em podcast.
“Os avós foram até a prisão para ver Elize, que já estava detida, mas ela não segurou a criança. Em seguida, procuraram um dos principais laboratórios de genética do país para realizar o exame de DNA. Assim que confirmaram a neta biológica, eles levaram a menina consigo”, relatou o autor em sua fala.
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Desde que Mitsuo e Yoko assumiram a guarda, o reencontro entre Elize e Helena nunca ocorreu. Em declarações públicas, os avós revelaram a preferência por adiar qualquer possível reaproximação entre mãe e filha até que a jovem atinja a maioridade.
Elize permanece legalmente impedida de encontrar a filha devido a uma decisão judicial. Em sua obra “Piquenique no inferno”, redigida durante seu encarceramento, ela expressou o desejo de restabelecer o vínculo com Helena. “Espero muito ansiosamente que um dia você me perdoe. Não pretendo justificar o injustificável”, escreveu Elize no livro.





