A morte de Preta Gil completa um ano nesta segunda-feira (20), e a data tem mobilizado fãs, familiares e amigos em diversas homenagens à artista. Um dos aspectos que mais chamam atenção é o cumprimento de um desejo da cantora: a transformação de parte de suas cinzas em pedras preciosas. O diamante feito com as cinzas de Preta Gil foi produzido em laboratório e entregue a pessoas próximas como forma de manter viva a memória da artista.
Preta Gil morreu em 20 de julho de 2025, aos 50 anos, em Nova York, nos Estados Unidos, após complicações de um câncer no intestino. Ela estava no país realizando um tratamento experimental contra a doença, diagnosticada em janeiro de 2023.
Diamantes feitos a partir das cinzas
Após a cremação, parte das cinzas da cantora foi encaminhada a laboratórios no Brasil e no exterior para a produção dos diamantes. Ao todo, foram criadas 12 pedras destinadas a amigos próximos, além de uma unidade especial para a família.
Os diamantes foram entregues em novembro de 2025 e possuem o nome de Preta Gil gravado a laser — detalhe visível apenas com lupa de alta ampliação. O processo utiliza o carbono presente nas cinzas humanas, submetido a altas temperaturas e pressão extrema até se transformar em uma pedra bruta, posteriormente lapidada.
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Entre os presenteados estão amigos que integravam o grupo conhecido como “Diamonds”, como Gominho, Duh Marinho, Jude, Soraya e Malu Barbosa. “Eu não quero fazer joia de usar. E tenho medo de ser assaltado, né, moro no Rio de Janeiro”, afirmou Gominho em uma live.
Outra parte das cinzas foi utilizada para a produção de um diamante destinado à família, desenvolvido em um laboratório em Curitiba. Segundo especialistas, o valor inicial de uma peça desse tipo gira em torno de R$ 3.800, podendo variar conforme o tamanho.
Legado na música e na cultura
Filha de Gilberto Gil, sobrinha de Caetano Veloso e afilhada de Gal Costa, Preta Gil construiu uma trajetória na música brasileira. Antes de se tornar cantora, ela atuou como produtora e publicitária, iniciando a carreira artística aos 29 anos.
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Ao longo dos anos, se destacou não apenas pela música, mas também por sua atuação como empresária, apresentadora e figura influente em debates sobre autoestima, diversidade e saúde.
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Homenagens de amigos e famosos
No primeiro ano de sua morte, diversas personalidades prestaram homenagens nas redes sociais. O apresentador Gominho, que acompanhou de perto a luta da artista contra o câncer, relembrou os momentos ao lado da amiga.
“Os meus anos foram bem difíceis, tudo que passei com Preta ninguém tem ideia. Estou me curando, me sinto muito melhor. A tristeza é absurda, mas ao mesmo tempo sei que estou como ela gostaria que eu estivesse”, escreveu.
A apresentadora Angélica também compartilhou fotos ao lado de Preta Gil, enquanto nomes como Regina Casé e Astrid Fontenelle destacaram a importância da artista em suas vidas.
Morte de Preta Gil: documentários marcam a data
A data também é marcada pelo lançamento de produções audiovisuais que revisitam a trajetória da cantora. Entre elas, o documentário “Preta – Eu Não Ando Só”, exibido na TV Globo, e a série “Meu Nome é Preta”, que estreia no Globoplay.
A série documental apresenta a história da artista em quatro episódios, utilizando entrevistas concedidas ao longo da vida e imagens inéditas de seu acervo pessoal. Já o documentário traz registros íntimos dos últimos anos de Preta, captados por pessoas próximas.
Filho emociona com homenagem
O filho da cantora, Francisco Gil, também publicou uma homenagem emocionada nas redes sociais ao lembrar um ano da morte da mãe.
“É uma baita responsabilidade. Eu sinto teu olhar, suas broncas, sinto sua tristeza, sua alegria… e sinto teu orgulho. Eu não me permiti cair por você”, escreveu. Veja aqui!






