O Yom Kippur, considerado o dia mais sagrado do calendário judaico, será observado em 2025 com um jejum de 25 horas, iniciado ao pôr do sol de 1º de outubro e finalizado ao anoitecer de 2 de outubro. Durante o Dia da Expiação, judeus em todo o mundo dedicam-se à oração e à reflexão para expiar os pecados do último ano. Em Israel, o feriado também restringe o tráfego, transformando ruas em espaços silenciosos. Os horários do jejum variam conforme a localização geográfica, ajustados ao nascer e pôr do sol de cada cidade.
Em Jerusalém, o jejum começa às 17h44 e termina às 18h59, enquanto em Tel Aviv, inicia às 18h04 e segue até 19h01. Cidades como Haifa e Berseba também têm horários específicos, refletindo as diferenças regionais. Além de Israel, comunidades judaicas em todo o mundo adaptam o jejum aos fusos horários locais.
- Em Nova York: das 18h19 às 19h16.
- Em Londres: das 18h20 às 19h25.
- Em Buenos Aires: das 18h39 às 19h39.
O feriado reforça a importância da introspecção e da reconciliação para os judeus observantes, com sinagogas lotadas e atividades comerciais reduzidas.
Em Israel, o Yom Kippur é marcado por uma pausa significativa na rotina. Em Jerusalém, o jejum começa às 17h44 do dia 1º de outubro e termina às 18h59 do dia seguinte.
Tel Aviv inicia o jejum às 18h04 e conclui às 19h01, enquanto Haifa segue das 17h55 às 19h. Em Berseba, o período vai das 18h06 às 19h, refletindo as variações regionais do pôr do sol.
Observância global do Yom Kippur
No Hemisfério Norte, cidades como Nova York observam o jejum das 18h19 às 19h16, e Paris, das 19h11 às 20h14. Em Londres, o período é das 18h20 às 19h25, enquanto Berlim segue das 18h25 às 19h31.
No Hemisfério Sul, Melbourne tem jejum das 18h06 às 19h05, e Joanesburgo, das 17h50 às 18h43. Buenos Aires observa das 18h39 às 19h39, ajustada ao horário local.
Comunidades judaicas globais preparam sinagogas para orações intensas, como o Kol Nidre, na véspera do feriado.
Tradições e restrições
O Yom Kippur é um momento de introspecção e penitência. Judeus observantes abstêm-se de comer, beber, trabalhar e usar dispositivos eletrônicos por 25 horas.
Em Israel, o feriado é conhecido como “Dia da Bicicleta”, pois crianças aproveitam as ruas vazias para pedalar, já que o tráfego de veículos é proibido, exceto para emergências.
Sinagogas realizam serviços religiosos contínuos, com destaque para orações de expiação. Comunidades em cidades como Toronto e Los Angeles adaptam as tradições, mantendo o foco na espiritualidade e no jejum.
Significado cultural
O Yom Kippur carrega um peso espiritual profundo, sendo o ápice dos Dez Dias de Arrependimento no judaísmo. Durante o feriado, os judeus buscam reconciliação com Deus e com o próximo, priorizando a reflexão sobre ações passadas.
Em Israel, o silêncio nas ruas reforça o caráter solene do dia, enquanto nas diásporas, como em Nova York e Londres, as comunidades se reúnem em sinagogas para orações tradicionais. A prática do jejum, embora rigorosa, é vista como uma oportunidade de renovação espiritual.
Impacto nas cidades
Em Israel, o Yom Kippur praticamente paralisa as atividades urbanas. Aeroportos, lojas e transporte público suspendem operações, e as ruas ficam desertas, exceto por pedestres e ciclistas.
Fora de Israel, o feriado tem menor impacto no cotidiano, mas comunidades judaicas organizam eventos religiosos. Em cidades como Miami e Melbourne, sinagogas ampliam horários para atender à demanda.
Preparativos comunitários
As comunidades judaicas planejam o Yom Kippur com antecedência. Sinagogas reforçam a segurança e organizam serviços religiosos, enquanto famílias preparam refeições pré-jejum.
- Kol Nidre: oração tradicional na véspera do Yom Kippur.
- Segurança: sinagogas aumentam vigilância em grandes cidades.
- Reflexão: fiéis dedicam o dia à oração e introspecção.


