Virginia – Foto: Instagram
Virgínia Fonseca, influenciadora digital de Goiânia, realizou a troca de seu dispositivo intrauterino (DIU) nesta sexta-feira, 26 de setembro de 2025. O procedimento ocorreu devido ao posicionamento muito baixo do dispositivo, que gerava desconforto constante. A intervenção exigiu sedação para que a paciente suportasse o processo sem dor excessiva.
A ginecologista Gabriela, responsável pelo atendimento, confirmou a necessidade da anestesia leve durante a remoção e inserção do novo DIU Mirena. O caso destaca a importância de monitoramento regular desses métodos contraceptivos.
Virgínia compartilhou os detalhes em suas redes sociais, onde possui milhões de seguidores, enfatizando a consulta médica prévia.
Procedimento médico detalhado
O DIU anterior havia migrado para uma posição inadequada, comum em cerca de 5% dos casos segundo dados médicos gerais. A remoção envolveu o uso de espéculo e visualização interna para evitar complicações.
A sedação aplicada permitiu que o procedimento durasse cerca de 20 minutos sem interrupções. Após o fim, Virgínia relatou alívio imediato do incômodo diário.
Tipos de DIU e indicações
O DIU Mirena, hormonal, libera progestágeno localmente para prevenir gravidez por até cinco anos. Mulheres com fluxos intensos ou endometriose optam por ele em 70% das prescrições semelhantes.
- Reduz sangramentos em 90% das usuárias após três meses.
- Atua com baixa dosagem sistêmica, minimizando efeitos colaterais.
- Requer verificação anual para posicionamento.
Outro tipo, o de cobre, evita hormônios, mas pode aumentar o fluxo menstrual em 10-20% dos casos iniciais.
Motivos comuns para troca
Posicionamento baixo afeta a eficácia e causa cólicas em 15% das mulheres nos primeiros anos. Fatores como contrações uterinas pós-parto contribuem para isso.
Virgínia mencionou que o desconforto surgiu gradualmente após a inserção inicial. Exames de ultrassom confirmaram a migração antes da intervenção.
Médicos recomendam sintomas como dor pélvica ou sangramento irregular para agendar revisões precoces. Em 2024, mais de 2 milhões de DIUs foram inseridos no Brasil, com taxa de remoção precoce em 8%.
Cuidados pós-procedimento
Repouso relativo por 48 horas evita infecções em 95% dos casos. Analgésicos comuns controlam qualquer resquício de desconforto.
- Evitar relações sexuais por sete dias.
- Monitorar sangramento leve, normal em 80% das trocas.
- Retorno em 30 dias para confirmação de eficácia.
Hidratação e dieta leve aceleram a recuperação. Virgínia planeja atualizações sobre o ajuste ao novo dispositivo.
Experiência pessoal de Virgínia
A influenciadora, mãe de três filhos, equilibra rotina familiar com agenda profissional agitada. Essa troca faz parte de ajustes em sua saúde reprodutiva desde o nascimento do caçula em 2023, quando optou por métodos de longa duração para espaçar gestações. O episódio reforça sua abertura sobre temas femininos, alcançando engajamento alto em postagens semelhantes no ano passado, com foco em conscientização sem dramatizações. Ela destacou a consulta com especialistas como chave para decisões seguras, integrando o procedimento a uma rotina de check-ups anuais que incluem exames hormonais e ultrassons preventivos.
Benefícios do DIU Mirena
Esse modelo hormonal localiza a liberação de levonorgestrel diretamente no útero, reduzindo impactos no organismo geral em comparação a implantes subcutâneos. Estudos indicam taxa de falha inferior a 0,2% ao ano, superior a pílulas em 9 de 10 cenários de adesão irregular.
Pacientes relatam melhora em sintomas de TPM em 60% dos usos prolongados. A inserção rápida, quando sem complicações, ocorre em consultório ambulatorial.
Opções contraceptivas alternativas
Mulheres enfrentam escolhas variadas, com DIUs representando 12% dos métodos no país. Implantes como o Implanon oferecem duração similar, mas com liberação sistêmica que afeta 20% das usuárias com alterações de humor.
- Preservativos: Eficácia de 98% com uso correto, sem hormônios.
- Injeções trimestrais: Cobertura de 94%, indicada para quem evita dispositivos intrauterinos.
- Anel vaginal: Mensal, com taxa de 91% em estudos recentes.
A escolha depende de histórico médico, avaliado em consultas iniciais de 30 minutos em média.


