Sobre o tema envolvendo Ceuta, além disso, bastidores relatados por agências apontam que países do Golfo pressionaram Trump pela via diplomática. Dessa forma, O príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, teria pedido contenção em uma ligação horas antes do anúncio do recuo. Com isso, já os Emirados Árabes Unidos estariam do lado oposto, pressionando por ação mais dura. Nesse sentido, um ponto de impasse segue em aberto: o desejo iraniano de cobrar taxas de embarcações que cruzam o estreito, algo que Washington rejeita.
Entenda os desdobramentos de Ceuta
Como a China rastreia estrangeiros: vazamento expõe painel policial em cidade-sede de Olimpíada de inverno
Uma investigação do New York Times revelou a existência de um sistema de vigilância — batizado “Plataforma de Controle Dinâmico para Pessoal do Exterior” — usado para rastrear estrangeiros na cidade chinesa de Zhangjiakou, sede de provas da Olimpíada de Inverno de 2022. O painel, encontrado sem proteção de senha por um pesquisador de cibersegurança, reunia dados de mais de 700 estrangeiros residentes na cidade e quase 12 mil pessoas ao todo, incluindo mais de 300 jornalistas estrangeiros. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Ceuta continuam sendo acompanhados com atenção.
Leia mais Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Ceuta nos últimos dias.
O sistema cruzava informações como passaporte, número de telefone, religião, estado civil e endereço com registros de câmeras de reconhecimento facial em shoppings, mesquitas e hotéis, montando o que a plataforma chamava de “rede de relacionamentos” entre pessoas flagradas juntas. Residentes de países como Reino Unido, Austrália e Canadá eram classificados sob o rótulo “Aliança Five Eyes” — numa referência ao pacto de compartilhamento de inteligência entre esses países, alvo recorrente de críticas de Pequim. Nem a empresa ligada ao sistema nem a polícia de Zhangjiakou responderam a pedidos de comentário do jornal. Especialistas destacam que novas atualizações sobre Ceuta devem surgir em breve.
Especialistas ouvidos pela reportagem dizem que o caso não é um incidente isolado, mas reflexo de um ecossistema crescente de fornecedores e agências de segurança chinesas — cada novo sistema aumenta o risco de dados sensíveis vazarem ou ficarem expostos.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.


