Satélite flagra olho de supertufão Dolphin com ventos de quase 300 km/h no Pacífico

Redação
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Satélite flagra olho de supertufão Dolphin com ventos de quase 300 km/h no Pacífico

O supertufão Dolphin, considerado um dos ciclones tropicais mais potentes registrados neste ano, teve seu impressionante olho capturado por imagens de satélite. O fenômeno climático passou por um veloz processo de intensificação sobre o Pacífico Oeste, impulsionado por uma área de águas com temperaturas excepcionalmente elevadas, o que favorece seu contínuo fortalecimento nos próximos dias, conforme observado em 30 de julho de 2026.

Na manhã de 30 de julho de 2026, pelo horário japonês, o Joint Typhoon Warning Center (JTWC) classificou o Dolphin como um supertufão. O ciclone exibia ventos constantes de até 240 km/h e uma pressão atmosférica mínima de 935 hPa, deslocando-se em direção noroeste sobre o oceano e provocando ondas que ultrapassavam os 12 metros de altura.

Sua intensificação acelerada ocorreu após um processo conhecido como substituição da parede do olho, um fenômeno comum em ciclones de grande magnitude. Depois dessa reorganização interna, o sistema rapidamente readquiriu força, desenvolvendo um olho amplo, com formato quase circular e bastante nítido.

As imagens de satélite revelam uma estrutura de nuvens altamente simétrica, cobrindo completamente o centro do ciclone. Este padrão é uma característica distintiva dos tufões mais intensos e indica que o Dolphin está em um ambiente atmosférico extremamente propício para seguir ganhando poder.

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A Agência Meteorológica do Japão divulgou que a expectativa é de que o Dolphin continue a se intensificar, movendo-se em direção às proximidades das ilhas Ogasawara e Minami-Torishima, situadas ao sul do arquipélago japonês.

As estimativas atuais mostram que a pressão central do sistema pode diminuir para cerca de 905 hPa, e as rajadas de vento podem atingir até 288 km/h. Esse patamar de velocidade é compatível com um tufão de violência extrema.

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