
Candidata da UP criticou privatizações e defendeu o controle estatal de riquezas estratégicas como garantia de independência econômica

Além disso, A candidata à Presidência pela Unidade Popular (UP), Samara Martins, defendeu a soberania nacional e o fim das privatizações durante debate promovido pelo Metrópoles em parceria com o canal Inteligência Ltda, na noite desta sexta-feira (18/9).
Dessa forma, A presidenciável criticou propostas de privatização e afirmou que a transferência de empresas e riquezas estratégicas para a iniciativa privada, especialmente para companhias estrangeiras, compromete a independência econômica do Brasil. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Samara Martins continuam sendo acompanhados com atenção.
Com isso, como exemplo, citou a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), onde o pai dela trabalha.
“Essa questão das privatizações, inclusive da Copasa, é muito próxima de mim. Nesse sentido, meu pai é trabalhador da Copasa. Isso é uma entrega da nossa soberania, inclusive porque grande parte dessas privatizações é feita para empresas estrangeiras”, afirmou.
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Samara também criticou a possibilidade de riquezas estratégicas brasileiras ficarem sob o controle de outros países. “Ter na mão de outros países questões centrais, minerais estratégicos, riquezas estratégicas para o nosso país, não é defender a soberania, não é defender a independência econômica do nosso país”, declarou.
Ao concluir, Samara mencionou as terras raras e o petróleo como recursos que, segundo ela, devem permanecer sob controle estatal. A candidata afirmou que a proposta da UP busca evitar a dependência de outras nações, incluindo China e Estados Unidos.
“É defender, inclusive, as terras raras, o petróleo na mão do Estado, para que a gente não esteja à mercê desses outros países, sejam eles chineses, sejam estadunidenses. Essa é a defesa da Unidade Popular, que é a garantia da soberania”, defendeu.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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