Sexta-feira, 23 de outubro de 2026
Uncategorized

Empresária pede ajuda para evitar fechamento de restaurante em Anápolis: ‘ele é minha vida’

Restaurante em Anápolis busca ajuda para evitar fechamento
Empresária pede ajuda para evitar fechamento de restaurante em Anápolis: ‘ele é minha vida’

Sobre o tema envolvendo restaurante em Anápolis, além disso, aos 23 anos, Janaine Almeida Rodrigues vive o momento mais difícil desde que decidiu abrir o próprio negócio. Dessa forma, mãe e dona do Brasaô Espetinhos & Jantinhas, no Setor Central de Anápolis, ela afirma que está fazendo cortes e tentando manter o restaurante funcionando diante das dificuldades financeiras acumuladas nos últimos meses.

Com isso, O estabelecimento foi aberto há cerca de quatro meses, depois que Janaine investiu as próprias economias para montar toda a estrutura. Nesse sentido, mesas, cadeiras, pratos, copos e os demais itens necessários para começar o negócio foram comprados por ela. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a restaurante em Anápolis continuam sendo acompanhados com atenção.

  • ‘Não fugi da responsabilidade’: homem encara rotina de trabalho intensa para pagar dívida de R$ 200 mil

Portanto, A ideia era iniciar as atividades sem dívidas. Em seguida, nos primeiros dois meses, segundo a empresária, conseguiu manter as contas sob controle, arcando apenas com os compromissos próprios do restaurante. De acordo com as apurações, na época, três funcionários trabalhavam no local, cada um responsável por uma função relacionada à produção dos espetinhos. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de restaurante em Anápolis nos últimos dias.

Contexto e detalhes sobre restaurante em Anápolis

Com a queda no movimento, porém, a situação começou a mudar. Por outro lado, janaine conta que continuou mantendo a qualidade dos alimentos e que não atribui a redução das vendas a problemas com a comida. Vale destacar que para ela, o principal desafio foi fazer com que mais pessoas conhecessem o estabelecimento.

Sendo assim, O período de menor movimento coincidiu ainda, segundo ela, com a época de barraquinhas em igrejas e com as férias, quando parte dos clientes passou a frequentar outros locais.

Dívidas se acumularam e empresária decidiu pedir ajuda

Além disso, com menos dinheiro entrando no caixa, Janaine começou a recorrer a empréstimos informais para conseguir manter o restaurante. Dessa forma, primeiro, o dinheiro era usado para pagar funcionários e fornecedores. Com isso, depois, ela passou a pegar novos valores para quitar os anteriores, criando, segundo seu relato, um ciclo do qual teve dificuldade para sair.

“Comecei pegando para cobrir pagamento de funcionários, para pagar mercadorias… aí depois pegava mais para pagar os agiotas”, contou. Com o passar do tempo, afirma que perdeu o controle dos valores e chegou ao que considera seu limite.

A empresária diz que não queria continuar recorrendo a esse tipo de empréstimo, principalmente porque o dinheiro das vendas já não era suficiente para manter o funcionamento do restaurante e, ao mesmo tempo, quitar os compromissos acumulados.

  • Mãe deixa trabalho para cuidar de filho que ficou tetraplégico após assalto e pede ajuda para custear curativos em Goiânia

No dia em que decidiu gravar um vídeo pedindo ajuda, Janaine afirma que inicialmente nem pretendia abrir o estabelecimento. Segundo ela, praticamente todo o dinheiro obtido com as vendas estava sendo destinado ao pagamento das dívidas, o que também dificultava a compra de novos produtos para manter o atendimento.

Pratos do Brasaô incluem arroz, feijão-tropeiro, torresmo e outros acompanhamentos preparados no restaurante em Anápolis (Vídeo: Arquivo pessoal)

Foi então que decidiu tornar pública a situação. A inspiração veio de um vídeo de outra pessoa que havia feito um pedido semelhante. Janaine conta que, apesar da dificuldade em se expor, resolveu tentar.

Ela afirma que não espera que as pessoas tenham obrigação de ajudá-la financeiramente. O pedido também é para que clientes e moradores conheçam o restaurante e deem uma oportunidade ao trabalho que construiu.

“Eu pensei que talvez as pessoas pudessem me ajudar… mesmo que não financeiramente, indo conhecer o meu espaço”, relatou.

Atualmente, ela afirma que não possui mais funcionários e vem reduzindo todos os gastos possíveis. Entre as medidas tomadas para tentar manter o negócio está a venda da própria motocicleta.

“Eu já vendi a minha moto, cortei todos os tipos de gasto possível. Eu estou tentando, estou tentando muito”, afirmou.

‘O Brasaô é minha vida’, diz empresária

Apesar das dificuldades financeiras, Janaine afirma que a decisão de manter as portas abertas vai além da necessidade de renda. Aos 23 anos, ela vê no estabelecimento a concretização de um projeto que reúne experiências acumuladas ao longo da vida profissional.

Antes de empreender, ela trabalhou com atendimento e passou por restaurantes e lanchonetes. O interesse pela cozinha também fez parte desse caminho, principalmente pelo gosto de preparar pratos e pesquisar receitas para reproduzi-las.

Fachada do Brasaô e alguns dos pratos preparados no restaurante (Vídeo: Arquivo pessoal)

A ideia de abrir o negócio nasceu da busca por independência financeira e por uma oportunidade de transformar a própria realidade. “O Brasaô, para mim, é uma grande realização e oportunidade de mudança de vida”, afirmou.

Desde a abertura, há cerca de quatro meses, ela esteve à frente de diferentes etapas da operação, desde as compras e organização dos produtos até as entregas. Mesmo diante do momento difícil, diz que não perdeu o vínculo com o espaço que construiu.

  • ‘Era de dentro da nossa casa’: empresário se diz ‘muito triste’ com funcionária que usou cartões dele apostar no Tigrinho, em Goiânia

“O Brasaô é minha vida… e realmente a minha vida. Não é só o financeiro, eu amo aquele lugar”, declarou.

A empresária também reforça que pretende quitar as dívidas e cumprir os acordos assumidos durante o período de funcionamento. “Eu não quero fugir das contas, não quero dar prejuízo para ninguém. Justamente quero pagar cada um e honrar com os meus compromissos”, disse.

Ao pedir ajuda, ela afirma que também busca uma oportunidade de apresentar o estabelecimento a mais pessoas e recuperar o movimento. “Quero que elas conheçam o meu trabalho. Quero oportunidade de continuar o meu sonho”, afirmou.

Como ajudar

Quem quiser contribuir pode fazer uma transferência via Pix para a chave 67.508.109.0001-05. A conta está em nome de Renata, amiga de Janaine, porque, segundo a empresária, suas contas bancárias estão bloqueadas.

Além das contribuições, ela também pede que as pessoas conheçam o restaurante e deem uma oportunidade ao negócio. O Brasaô Espetinhos & Jantinhas fica na Rua Leopoldo de Bulhões, nº 1.488, no Setor Central de Anápolis.

Janaine Almeida, de 23 anos, pede ajuda para evitar o fechamento do Brasaô Espetinhos & Jantinhas (Vídeo: Arquivo pessoal)

Leia também

  • Ex-faxineiro do TJGO que estudava nos intervalos do trabalho se forma em Direito aos 50 anos
  • Clientes de baixa renda são os que mais reestruturam dívidas do cartão
  • Habib’s entra em recuperação judicial com dívida de R$ 265,2 milhões
  • Idoso consegue suspender bloqueio de cartões mesmo com dívida trabalhista

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

Avatar photo

Redação Foco Goiás