A Record demitiu um operador de câmera envolvido em áudio vazado com xingamentos contra Fabiano Moraes durante episódio de A Fazenda 17. O incidente ocorreu na noite de terça-feira, 25 de novembro de 2025, no estúdio em Itapecerica da Serra, São Paulo, após agressão física entre participantes. A emissora confirmou a medida disciplinar para preservar a integridade do programa.
O áudio captou risadas e insultos da equipe técnica enquanto assistiam à briga ao vivo, o que gerou repercussão imediata nas redes sociais. Fabiano Moraes, peão de 52 anos, recebeu um soco na cabeça de Creo Kellab, que resultou na expulsão do agressor. A produção agiu rápido para conter o vazamento, mas o episódio expôs falhas nos controles internos.
A demissão visa reforçar protocolos de conduta na equipe, segundo fontes da emissora. O caso ganhou destaque por envolver expressões consideradas homofóbicas, como “bichona”, direcionadas a Fabiano durante a transmissão.
- Principais elementos do áudio: risadas coletivas e frases como “Arrebenta ele” repetidas.
- Contexto da briga: discussão na formação da décima roça, com eliminação de Maria Caporusso.
- Ação da produção: interrupção imediata e análise das imagens para aplicação de regras.
Detalhes do vazamento durante transmissão ao vivo
O áudio vazado surgiu de um erro técnico no RecordPlus, plataforma de streaming, que manteve microfones abertos nos bastidores. Equipe ria da cena da agressão, com comentários como “Opa! O Creo se f*deu!” ecoando para o público. Adriane Galisteu, apresentadora, interrompeu o programa para alertar sobre as consequências.
A gravação circulou rapidamente na madrugada de quarta-feira, 26 de novembro, ampliando o debate sobre conduta profissional em realities. A Record identificou o operador como responsável pelo microfone ativo e procedeu com a demissão no mesmo dia.
Medidas internas adotadas pela emissora
A produção revisou procedimentos de áudio para evitar repetições em edições futuras. Funcionários receberam orientações sobre neutralidade durante transmissões ao vivo.
Treinamentos sobre diversidade e respeito serão implementados, conforme comunicado interno. A emissora enfatizou que ações rápidas preservam a credibilidade do formato.
- Identificação do erro: falha no isolamento de canais de som.
- Tempo de resposta: demissão confirmada em menos de 12 horas.
- Impacto no estúdio: interrupção breve, sem prejuízo à continuidade do episódio.
Repercussão entre participantes e produção
Fabiano Moraes manifestou desconforto com os insultos, mas focou na recuperação física após o soco. Ele relatou à produção sentir-se desrespeitado duplamente, pela agressão e pelos comentários.
Creo Kellab, expulso no local, admitiu a covardia do ato e aguardará contato familiar. Outros peões, como Dudu Camargo, o fazendeiro da semana, apoiaram Fabiano em conversas internas.
A edição segue com tensão elevada, agora na roça surpresa envolvendo Kathy Maravilha e outros.
Histórico de incidentes em realities da Record
A Fazenda 17 acumula três expulsões até o momento, superando recordes de temporadas anteriores como a 10 e a 14, cada uma com duas saídas. Casos envolvem agressões físicas e verbalizações inadequadas.
Em edições passadas, brigas semelhantes levaram a revisões contratuais para participantes. A emissora registra aumento de 20% em medidas disciplinares desde 2023. O formato mantém audiência alta, com picos de 15 pontos na Grande São Paulo durante o incidente.
A briga entre Fabiano e Creo escalou de discussões sobre estratégias de jogo, iniciadas na indicação para a roça por Dudu Camargo. Saory Cardoso ganhou imunidade no Resta Um, mas o foco mudou com o soco durante intervalo comercial.
A produção analisou as imagens em tempo real, aplicando regra de zero tolerância a violências. Esse episódio reforça a necessidade de monitoramento constante, especialmente em momentos de alta emoção, e destaca o papel da equipe técnica na manutenção da neutralidade. Fontes internas indicam que treinamentos semelhantes ocorrerão em outros realities da casa, visando prevenir vazamentos e comentários impróprios que possam comprometer a imagem do programa e dos envolvidos.
Comentários ofensivos e contexto da equipe
O operador demitido atuava no estúdio há dois anos, com histórico sem infrações anteriores. Seus comentários, como “Ah, que bichona!”, foram interpretados como homofóbicos por associações de defesa de direitos.
A risada coletiva da equipe reflete dinâmica informal nos bastidores, mas viola códigos de ética interna. A Record priorizou a ação para sinalizar intolerância a discriminações.

