Além disso, A espanhola Alexia Putellas voltou ao topo do futebol feminino mundial. Dessa forma, aos 32 anos, a meia-atacante conquistou, nesta segunda-feira (26), a Bola de Ouro de 2026 pela terceira vez na carreira, igualando o número de troféus da compatriota Aitana Bonmatí. Com isso, já o Brasil teve uma representante entre as 30 finalistas: a goleira Lorena, que terminou na 28ª colocação, empatada com a francesa Melvine Malard e a holandesa Vivianne Miedema.
Nesse sentido, A premiação, organizada pela revista francesa France Football em parceria com a Uefa, reconhece as principais jogadoras da temporada. Portanto, enquanto Alexia foi consagrada pelo desempenho com o Barcelona em 2025/26, Lorena ganhou espaço entre os nomes de destaque do futebol internacional após uma trajetória de conquistas por clubes e pela Seleção Brasileira. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Alexia Putellas continuam sendo acompanhados com atenção.
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Quem é Alexia Putellas, tricampeã da Bola de Ouro?
Em seguida, nascida em Mollet del Vallès, na Espanha, em 4 de fevereiro de 1994, Alexia Putellas é uma das principais referências da geração que transformou o Barcelona em uma potência do futebol feminino europeu. De acordo com as apurações, meia-atacante de qualidade técnica, visão de jogo e capacidade de decisão, ela também se tornou uma das líderes da seleção espanhola.
Contexto e detalhes sobre Alexia Putellas
Por outro lado, A jogadora conquistou a Bola de Ouro em 2021 e 2022, quando vivia o auge de sua trajetória pelo Barcelona. Vale destacar que depois de três anos sem vencer, voltou a receber o prêmio em 2026, tornando-se tricampeã e alcançando Aitana Bonmatí, vencedora das edições de 2023, 2024 e 2025. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Alexia Putellas nos últimos dias.
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Sendo assim, O novo troféu coroa uma temporada de destaque. Além disso, em 2025/26, Alexia participou da campanha em que o Barcelona conquistou quatro títulos: Liga dos Campeões da Uefa, Campeonato Espanhol, Copa da Rainha e Supercopa da Espanha. Dessa forma, na competição europeia, marcou sete gols e deu sete assistências, desempenho que também lhe rendeu o reconhecimento como melhor jogadora da Champions League feminina. Especialistas destacam que novas atualizações sobre Alexia Putellas devem surgir em breve.
Após 14 temporadas e uma trajetória marcada por conquistas no clube catalão, Alexia deixou o Barcelona em 2026 e se transferiu para o London City Lionesses, da Inglaterra, equipe que defende atualmente. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Alexia Putellas continuam sendo acompanhados com atenção.
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Pela seleção espanhola, a meio-campista também integrou o elenco campeão da Copa do Mundo Feminina de 2023. A conquista internacional fortaleceu ainda mais o protagonismo da Espanha, que passou a dominar a Bola de Ouro feminina nos últimos anos.
Quem é Lorena, brasileira que ficou em 28º lugar?
Aos 28 anos, Lorena da Silva Leite é uma das principais goleiras do futebol brasileiro e integra a Seleção Brasileira feminina. Natural de Ituverava, no interior de São Paulo, ela construiu sua carreira no país antes de se transferir para os Estados Unidos, onde atua pelo Kansas City Current.
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A goleira ganhou projeção nacional durante sua passagem pelo Grêmio, clube pelo qual conquistou o Campeonato Gaúcho em 2022 e 2024. O desempenho nas competições nacionais e com a camisa da Seleção contribuiu para sua consolidação entre as principais atletas da posição.
Pelo Brasil, Lorena conquistou a Copa América Feminina de 2022 e 2025. Na primeira dessas campanhas, foi eleita a melhor goleira do torneio e terminou a competição sem sofrer gols. Ela também integrou a equipe brasileira que conquistou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Paris, em 2024.
No futebol norte-americano, a brasileira passou a defender o Kansas City Current, com o qual conquistou a NWSL Shield, título concedido à equipe de melhor campanha na temporada regular da liga.
Na Bola de Ouro de 2026, Lorena ficou na 28ª posição entre as melhores jogadoras do mundo, ao lado de Melvine Malard, do Manchester United, e Vivianne Miedema, do Manchester City. Ela também concorreu ao Troféu Yashin, destinado à melhor goleira, e terminou na quinta colocação.
Embora não tenha ficado entre as primeiras colocadas na classificação geral, a presença de Lorena entre as 30 finalistas representa o reconhecimento internacional de uma das principais jogadoras brasileiras da atualidade.
Como funciona a Bola de Ouro feminina?
Criada pela France Football em 2018, a Bola de Ouro feminina premia a jogadora de maior destaque de cada temporada. A escolha é feita por jornalistas internacionais, que avaliam as atletas indicadas a partir de critérios como desempenho individual, conquistas coletivas e contribuição para a equipe.
Na edição de 2026, a lista teve 30 finalistas. Os jornalistas responsáveis pela votação elaboraram seus rankings individuais, atribuindo pontuações de acordo com a posição de cada atleta. A jogadora com a maior pontuação acumulada conquistou o prêmio.
A espanhola Ada Hegerberg venceu a edição inaugural, em 2018, enquanto a norte-americana Megan Rapinoe foi a escolhida em 2019. Em 2020, a premiação não foi realizada em razão da pandemia de Covid-19.
A partir de 2021, o domínio espanhol se intensificou: Alexia venceu duas vezes consecutivas, Aitana Bonmatí conquistou três edições seguidas e Alexia voltou a triunfar em 2026.
Por que Marta nunca ganhou a Bola de Ouro?
A ausência de Marta na lista de vencedoras da Bola de Ouro feminina pode parecer contraditória para quem acompanha a história do futebol. Considerada uma das maiores jogadoras de todos os tempos, a brasileira foi eleita seis vezes a melhor do mundo pela Fifa, mas nunca conquistou o troféu concedido pela France Football.
A explicação começa pela diferença entre as duas premiações. Durante o período de maior domínio de Marta, nos anos 2000, a Bola de Ouro feminina ainda não existia. A categoria foi criada somente em 2018, quando a brasileira já havia passado pelo auge de sua carreira.

Marta recebeu o prêmio de melhor jogadora do mundo da Fifa em seis ocasiões: 2006, 2007, 2008, 2009, 2010 e 2018. O feito consolidou seu lugar na história do futebol feminino e a tornou a primeira mulher a alcançar seis conquistas dessa premiação.
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A Bola de Ouro, por sua vez, é organizada pela France Football e tem votação própria. Embora os dois prêmios reconheçam as melhores jogadoras do mundo, eles não são equivalentes, e os títulos conquistados por Marta na premiação da Fifa não são contabilizados como Bolas de Ouro.
A criação tardia da categoria feminina significa que as temporadas mais dominantes da brasileira não puderam ser reconhecidas retroativamente pela premiação francesa. Marta, no entanto, continuou em atividade depois de 2018 e não conquistou o troféu nas edições seguintes. A Rainha vai para sua sétima, e provavelmente última, Copa do Mundo.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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