Sobre o tema envolvendo psicóloga goiana, nunca houve tantas opções para quem quer emagrecer. Além disso, dietas restritivas, acompanhamento nutricional, medicamentos, as chamadas “canetas” e procedimentos como a cirurgia bariátrica fazem parte de um arsenal cada vez maior utilizado no tratamento da obesidade. Dessa forma, mas, para muitas pessoas, perder peso é apenas uma parte do desafio. Com isso, A etapa seguinte — manter o resultado — continua sendo difícil.
Nesse sentido, É nesse cenário que uma psicóloga goiana decidiu concentrar o trabalho em uma questão que muitas vezes fica em segundo plano: o comportamento.
Portanto, aos 45 anos, Leana Bernardes passou por diferentes tentativas para perder peso e viveu, na própria pele, o chamado efeito sanfona. Em seguida, depois de anos alternando períodos de emagrecimento e ganho de peso, ela conseguiu perder 10 quilos e mudar a relação com alimentação, atividade física e autocuidado. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a psicóloga goiana continuam sendo acompanhados com atenção.
Contexto e detalhes sobre psicóloga goiana
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De acordo com as apurações, A experiência pessoal acabou mudando também sua trajetória profissional. Por outro lado, psicóloga há mais de 20 anos, Leana trabalhava principalmente com crianças atípicas. Vale destacar que hoje, dedica parte da carreira a mulheres que enfrentam dificuldades para emagrecer e, principalmente, para sustentar as mudanças ao longo do tempo. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de psicóloga goiana nos últimos dias.
Sendo assim, A partir da própria experiência, ela desenvolveu uma metodologia que reúne conceitos da Análise do Comportamento, Neurociência e Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Além disso, A proposta é trabalhar os comportamentos relacionados à alimentação, atividade física e autocuidado, em vez de concentrar o processo apenas na perda de peso. Especialistas destacam que novas atualizações sobre psicóloga goiana devem surgir em breve.
“Minha missão hoje é ajudar mulheres, especialmente entre 30 e 50 anos, que vivem o mesmo ciclo de frustração que eu vivi. Dessa forma, não com dietas milagrosas ou promessas vazias, mas com estratégias fundamentadas na ciência do comportamento e adaptadas à realidade de cada pessoa”, afirma. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a psicóloga goiana continuam sendo acompanhados com atenção.
Principais pontos e impactos da decisão
O desafio começa depois da balança
Com isso, O crescimento da obesidade ajuda a explicar por que diferentes estratégias de tratamento ganharam espaço nos últimos anos. Nesse sentido, dados do Vigitel 2024 mostram que a frequência de obesidade entre adultos das capitais brasileiras e do Distrito Federal chegou a 25,7%. Portanto, O índice vem crescendo desde o início da série histórica, quando era de 11,8%, em 2006.
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Em seguida, com o aumento dos casos, também cresceram as possibilidades de tratamento. De acordo com as apurações, além da mudança na alimentação e da prática de atividade física, medicamentos passaram a ocupar espaço importante no combate à obesidade. Por outro lado, em situações específicas, a cirurgia também pode fazer parte da estratégia terapêutica.
O que dizem as partes envolvidas
Vale destacar que mas emagrecer não significa necessariamente encerrar o tratamento. Sendo assim, A obesidade é considerada uma doença crônica e multifatorial. Por isso, o acompanhamento pode envolver diferentes profissionais, como médicos, nutricionistas, educadores físicos e psicólogos.
Por que o peso volta?
Para a médica nutróloga Andrea Pereira, presidente do Instituto Obesidade Brasil, a recuperação do peso depois do emagrecimento não deve ser interpretada simplesmente como falta de disciplina.
Próximos passos e desdobramentos
Segundo ela, o organismo reage à perda de peso com mecanismos que podem favorecer a recuperação dos quilos eliminados.
“Quando a pessoa emagrece, o corpo passa a gastar menos energia e aumenta a produção de hormônios relacionados à fome, enquanto reduz os da saciedade. É uma resposta biológica que favorece a recuperação do peso, por isso a obesidade precisa ser tratada como uma doença crônica, e não como uma questão de força de vontade.”
A especialista destaca que atingir uma determinada marca na balança não significa necessariamente que o tratamento terminou.
Mais detalhes sobre psicóloga goiana
“Assim como acontece com doenças como diabetes e hipertensão, a manutenção dos resultados depende de acompanhamento contínuo e estratégias individualizadas para cada paciente.”
É por isso que a ideia de simplesmente “fazer uma dieta” e depois voltar aos hábitos anteriores pode ser insuficiente para algumas pessoas.

O comportamento também pesa
Além dos fatores biológicos, aspectos emocionais podem influenciar a alimentação e a capacidade de manter uma rotina de exercícios. A psicóloga Andrea Levy, cofundadora do Instituto Obesidade Brasil, afirma que expectativas irreais também podem atrapalhar o processo.
“Quando surgem sentimentos como ansiedade, culpa ou frustração, aumenta o risco de compulsão alimentar e do abandono do tratamento. Além disso, dietas muito restritivas costumam funcionar apenas por um período, sem promover mudanças sustentáveis na relação com a comida.”
É justamente nessa área que Leana decidiu trabalhar. Segundo ela, entre os fatores que podem dificultar o emagrecimento estão o comer emocional, episódios de descontrole alimentar, padrões de autossabotagem e dificuldade de manter uma rotina de atividade física.
“Usei a Análise do Comportamento para compreender por que eu repetia padrões de autossabotagem. A Neurociência me ajudou a entender como o cérebro busca recompensas imediatas, enquanto a Terapia Cognitivo-Comportamental permitiu reestruturar pensamentos que reforçavam sentimentos de incapacidade.”
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Antes do método, veio o efeito sanfona
A metodologia criada por Leana nasceu de uma experiência que começou muito antes de ela decidir trabalhar especificamente com emagrecimento.
Durante anos, ela alternou períodos de perda e recuperação de peso. Engravidou e ganhou 23 quilos. Depois emagreceu, voltou a engordar e também recorreu a dietas restritivas e medicamentos para perder peso.
“Dormia apenas quatro ou cinco horas por noite e achava isso normal. Engravidei, ganhei 23 quilos, emagreci, voltei a engordar. Também recorri a dietas restritivas, medicamentos para perda de peso e soluções rápidas, mas os resultados nunca se mantinham”, relata.
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A mudança veio em um período particularmente difícil, depois de um diagnóstico de depressão e durante a perimenopausa.
Foi quando Leana começou a aplicar na própria rotina conceitos que já utilizava no trabalho com pacientes. O resultado foi a perda de 10 quilos, a adoção de uma rotina de exercícios e uma relação diferente com a alimentação.
“Resgatei minha autoestima, minha energia e meu bem-estar. Aprendi a não transformar pequenos deslizes em fracassos e a construir uma relação mais saudável com a alimentação. É isso que procuro ensinar às minhas pacientes.”
Menos culpa, mais acompanhamento
Para Leana, uma das mudanças mais importantes é abandonar a ideia de que emagrecer depende exclusivamente de força de vontade.
“Quando entendemos os gatilhos que influenciam nossas escolhas e desenvolvemos ferramentas para lidar com eles, o processo de emagrecimento se torna mais consistente e sustentável.”
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Para as especialistas ouvidas, também é necessário reduzir o estigma que ainda envolve a doença. Atribuir o ganho de peso exclusivamente à falta de esforço pode aumentar a culpa e dificultar a busca por tratamento.
“Precisamos entender que a obesidade é uma doença multifatorial, influenciada por questões genéticas, hormonais, ambientais e comportamentais. Quanto mais cedo deixarmos de tratar o paciente com culpa e passarmos a oferecer cuidado baseado em ciência, maiores serão as chances de sucesso a longo prazo”, afirma Andrea Pereira.
As diferentes formas de tratar a obesidade
🥗 Mudança alimentar
Reorganização da alimentação, normalmente com acompanhamento profissional.
🏃 Atividade física
Ajuda no controle do peso e traz benefícios para a saúde mesmo quando a perda de peso não é expressiva.
💊 Medicamentos
Podem ser indicados para determinados pacientes, sempre mediante avaliação e acompanhamento médico.
💉 As chamadas “canetas”
Medicamentos de classes específicas, como os agonistas de GLP-1 e medicamentos relacionados, ganharam destaque no tratamento da obesidade. A indicação depende da avaliação individual.
🏥 Cirurgia bariátrica
Pode ser indicada para pacientes que atendem a critérios clínicos específicos e exige acompanhamento antes e depois do procedimento.
🧠 Mudança de comportamento
Psicoterapia e outras estratégias comportamentais podem ajudar a compreender gatilhos, emoções e hábitos relacionados à alimentação e à manutenção do tratamento.
Importante: não existe uma estratégia única indicada para todas as pessoas. O tratamento deve ser individualizado e orientado por profissionais de saúde.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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