Preso por furto em atacadista já teria desviado recursos da Prefeitura de Goiânia

Redação
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Preso por furto em atacadista já teria desviado recursos da Prefeitura de Goiânia

Empresa desconfiou do funcionário após perceber aumento nos furtos, principalmente no setor de açougue, logo após a contratação

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Funcionário preso por furto em supermercado é ex-servidor exonerado da Prefeitura de Goiânia (Foto: Divulgação/Romu)

O homem de 33 anos preso em flagrante por furtar mercadorias de um supermercado atacadista, na região sul de Goiânia, é ex-servidor da Prefeitura da capital e foi exonerado após responder por peculato, crime em que o servidor público se apropria, desvia ou utiliza indevidamente dinheiro, bens ou valores públicos que estejam sob sua responsabilidade em razão do cargo. Atualmente, ele tenta reverter a a situação por meio de ação judicial. A prisão foi realizada na terça-feira (20) após uma investigação interna da empresa.

Para a equipe de Rondas Ostensivas Municipais (Romu), a gerência de segurança do supermercado contou que o funcionário “retirava produtos de forma dissimulada, sem chamar atenção de outros colaboradores, e os escondia dentro do carro”. Ele agia sozinho e se aproveitava da função no setor de Prevenção e Perdas para circular livremente por diversas áreas da loja.

A empresa passou a desconfiar da conduta do funcionário após perceber um aumento nos furtos e prejuízos, principalmente no setor de açougue, logo após a contratação dele. Os deslocamentos constantes e fora do padrão do funcionário dentro do supermercado levantaram suspeitas e levaram a gerência a intensificar o monitoramento por câmeras, que acabou flagrando os furtos.

Com a confirmação das imagens, a equipe da Romu foi acionada. Durante a abordagem, o suspeito confessou os furtos e admitiu que já havia furtado em outras ocasiões. Na delegacia, o funcionário pagou fiança de R$ 1 mil e vai responder pelo crime em liberdade.

De acordo com os guardas, a gerência informou que, caso as investigações confirmem os furtos anteriores, o prejuízo causado à empresa pode ultrapassar R$ 20 mil. A Polícia Civil investiga o caso.

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