Joalheira que foi alvo do ladrão fica no shopping Passeio das Águas, região Norte de Goiânia. Prisão ocorreu em Santo Antônio do Descoberto
Preso por furtar joalheria em Goiânia vendeu R$ 1 milhão em joias por apenas R$ 56 mil — e ainda não recebeu (Foto: Reprodução)
Preso na manhã desta terça-feira (17/2) pela Polícia Militar, o suspeito de furtar mais de R$ 1 milhão em peças de uma joalheria dentro do Shopping Passeio das Águas afirmou que vendeu os itens por apenas R$ 56 mil e que ainda não recebeu o dinheiro. Até agora, somente uma corrente de ouro e três relógios foram recuperados.
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Em depoimento a militares da Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas, após ser abordado em Santo Antônio do Descoberto, o suspeito — identificado apenas como Elisson — disse que, logo após o crime, seguiu em carro por aplicativo até a Rodoviária de Taguatinga, no Distrito Federal. Segundo ele, depois foi levado por dois homens, conhecidos apenas como “João” e “Piloto”, até um shopping de importados, onde deixou as joias com a promessa de pagamento no dia seguinte.
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O investigado relatou ainda que não recebeu o valor combinado. Equipes policiais seguem em diligências para localizar os suspeitos citados e recuperar o restante das peças furtadas. Informações são do Mais Goiás.
Criminoso teve ajuda para acessar joalheria
O ladrão que furtou uma joalheria dentro do Passeio das Águas Shopping teve ajuda de um funcionário de uma ótica vizinha, segundo informou a Polícia Militar de Goiás.
Imagens de câmeras de segurança mostram que, pouco depois das 22h de sábado (14/2), um homem com mochila se abaixa e entra na ótica, que estava quase totalmente fechada. Em seguida, ele teria arrombado uma parede para acessar a joalheria, de onde foram levadas joias e acessórios avaliados em mais de R$ 1 milhão.

Segundo o tenente Rames Bandeira, inicialmente a polícia suspeitou de clonagem do controle da porta, mas o próprio preso relatou que pagou R$ 10 mil a um funcionário para entrar no estabelecimento e sair na manhã seguinte, pouco antes da abertura do shopping. O nome do colaborador foi repassado à Polícia Civil de Goiás, responsável pela investigação.



