Segundo a PF, grupos no norte de Mato Grosso do Sul administravam empresas de fachada para lavar dinheiro do PCC
Sobre o tema envolvendo Mato Grosso, 08/10/2026 10:37
Além disso, , atualizado 08/10/2026 11:23

Dessa forma, a Polícia Federal (PF) desarticulou, nesta quinta-feira (8/10), uma estrutura criminosa do Primeiro Comando da Capital (PCC) na região norte de Mato Grosso do Sul (MS). Com isso, segundo a corporação, pelo menos 24 suspeitos de integrar a facção criminosa foram presos durante a operação.
A PF ainda cumpriu 12 mandados de busca e apreensão nos municípios de Sonora, Pedro Gomes, Coxim, Aquidauana, Terenos, Corumbá, Anastácio e Campo Grande.
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Nesse sentido, segundo a PF, as investigações no âmbito da Operação Kathárisma revelaram que os chefes do PCC em São Paulo montaram uma estrutura organizada da facção em MS com diferentes níveis de atuação e “mecanismos próprios de comunicação”, pois criminosos do estado do Centro-Oeste se comunicavam dentro da cadeia.
A estrutura criminosa agia em cidades que fazem fronteira com a Bolívia e o Paraguai.
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Segundo a PF, os núcleos do PCC nesses municípios atuavam na redistribuição de drogas e armas para todo o Brasil. Além disso, administravam empresas de fachada para lavar dinheiro da facção.
“Em Campo Grande, três mandados de busca e apreensão foram cumpridos, sendo dois na Penitenciária Estadual Masculina de Regime Fechado da Gameleira (PEMRFG) e um no Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho (EPJFC), conhecido como Máxima de Campo Grande”, informou a PF.
O nome da operação, Kathárisma, palavra de origem grega que significa “purificação”, faz referência à ação de desarticulação da estrutura criminosa investigada.
Tá bombando
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