Sexta-feira, 23 de outubro de 2026
Goiás

Pai de 17 anos diz ter apertado pescoço do filho de 3 meses porque ele ‘não parava de chorar’, em Caiapônia

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Pai de 17 anos diz ter apertado pescoço do filho de 3 meses porque ele ‘não parava de chorar’, em Caiapônia
AGRESSÃO CONTRA BEBÊ

Além de relatar que apertou o pescoço do filho, pai afirmou que o bebê havia caído dias antes e disse ter mordido a criança após a queda

Ir direto pra matéria pescoço do filho

Sobre o tema envolvendo pescoço do filho, além disso, pai do bebê foi apreendido após a criança chegar sem sinais vitais ao hospital (Foto: Reprodução)

Dessa forma, um adolescente de 17 anos foi apreendido após a morte do filho, de 3 meses, em Caiapônia, no sudoeste de Goiás. Com isso, O bebê foi levado a um hospital na madrugada de quinta-feira (22), mas chegou à unidade sem sinais vitais e com diversos hematomas pelo corpo. Nesse sentido, A suspeita de violência levou a equipe médica a acionar a Polícia Militar de Goiás (PMGO).

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Portanto, segundo informações repassadas ao Mais Goiás pelo capitão Nereu Júnior, comandante da 48ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), o adolescente relatou aos policiais que apertou o pescoço do filho porque ele chorava intensamente.

Questionado sobre os outros ferimentos encontrados no corpo do filho, o adolescente afirmou que algumas marcas eram de dias anteriores e atribuiu parte delas a beliscões. Ele também relatou que o bebê havia caído e batido a cabeça dias antes da morte. Em depoimento, o jovem disse ainda que o mordeu após a queda.

Pai adolescente relata agressão contra o bebê de 3 meses (Vídeo: PMGO)

Adolescente foi encaminhado para internação em Rio Verde

De acordo com o capitão Nereu Júnior, o adolescente foi autuado em flagrante na Delegacia da Polícia Civil de Caiapônia. Após ser ouvido pelo Ministério Público, foi determinada uma medida socioeducativa de internação. Como havia vaga disponível em Rio Verde, o jovem foi encaminhado ao município.

O capitão também informou ao Mais Goiás que a mãe do bebê não sabia dos fatos relatados. Ela trabalha em dois empregos e, à noite, atua em uma lanchonete até a meia-noite. Durante esse período, o pai, também menor de idade, era responsável pelos cuidados com a criança.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil de Goiás (PCGO), que apura as circunstâncias da morte e as suspeitas de agressões contra o bebê.

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Redação Foco Goiás