Quarta-feira, 7 de outubro de 2026
Política

Oposição tenta evitar PEC 6×1 antes do 2º turno, mas Alcolumbre diz que votação está mantida

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Oposição tenta evitar PEC 6×1 antes do 2º turno, mas Alcolumbre diz que votação está mantida

Sobre o tema envolvendo Oposição tenta, além disso, BRASÍLIA (FOLHAPRESS) – A votação da PEC (proposta de emenda à Constituição) do fim da escala 6×1 na próxima semana está mantida, segundo Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), presidente do Senado, apesar das tentativas da oposição de adiar o início da análise para depois das eleições.

Dessa forma, senadores de PL, PP e Republicanos se reuniram nesta quarta-feira (7) para tentar fechar uma estratégia ante o início da discussão da PEC no plenário. Com isso, A senadora Tereza Cristina (PP-MS) foi escalada para tentar, com Alcolumbre, evitar que a votação aconteça antes do segundo turno, marcado para 25 de outubro. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Oposição tenta continuam sendo acompanhados com atenção.

Nesse sentido, segundo ela, a oposição ainda avalia se vai apresentar emendas de plenário e quais serão as tentativas de modificação do texto. “Achamos que o Davi vai manter o rito que prometeu, o rito normal”, afirmou. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Oposição tenta nos últimos dias.

Contexto e detalhes sobre Oposição tenta

Portanto, A preocupação da oposição é com o efeito eleitoral de uma possível aprovação da redução da jornada semanal de trabalho sobre o desempenho de Lula. Em seguida, no primeiro turno, ele recebeu 2,3 milhões menos votos do que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Especialistas destacam que novas atualizações sobre Oposição tenta devem surgir em breve.

“Não afeta o Flávio, mas ajuda o Lula”, diz a senadora Damares Alves (Republicanos-DF). De acordo com as apurações, na avaliação dela, o assunto não deveria estar em discussão agora. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Oposição tenta continuam sendo acompanhados com atenção.

Por outro lado, apesar das críticas pela votação antes do segundo turno, Damares diz que a oposição não vai obstruir e deverá votar majoritariamente a favor. “Já tem voto suficiente para passar. Vale destacar que se você fala com os colegas individualmente, a maioria está a favor.”

Principais pontos e impactos da decisão

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Sendo assim, O senador Wellington Fagundes (PL-MT), líder do bloco que tem também Avante e Novo, também diz que não haverá obstrução quando o texto for colocado em votação.

Fagundes não quis dizer se o bloco fecharia posição contra ou a favor, mas lembrou do resultado na Câmara dos Deputados. “Não tem posição. Na Câmara dos Deputados, a oposição votou favoravelmente.”

O que dizem as partes envolvidas

O regimento do Senado prevê que as PECs passem por dois turnos de votação, com um intervalo entre elas. São necessárias cinco sessões de discussão antes da primeira votação –acontece nesta quarta a segunda discussão.

Seguindo esse calendário, a PEC poderia ser pautada para votação na quinta-feira da próxima semana. Alcolumbre sinalizou essa possibilidade nesta terça (6). A segunda votação, no entanto, ficaria para depois da eleição. Isso porque, segundo o regimento, são necessários cinco dias úteis antes das três sessões de discussão.

Senadores da oposição expressam suas preocupações com a tramitação em duas frentes: se a primeira votação será realmente na próxima semana e se há chance de a segunda votação ser realizada no mesmo dia.

Para que isso aconteça, é necessária a quebra de interstício. Nesta quarta, Alcolumbre descartou deixar a primeira votação para depois da eleição. Sobre a quebra de interstício, afirmou que se receber requerimento do tipo, colocará o pedido para análise dos parlamentares.

O presidente do Senado disse considerar que seu compromisso com os senadores de não deixar as eleições contaminarem as decisões sobre a 6×1 está cumprido.

“Se o requerimento [de quebra de interstício] aparecer, eu vou deliberar, porque as eleições do dia 4, que era o meu compromisso, já passaram.”

Nesta quarta, após receber o apoio das bancadas do PP e do União Brasil no segundo turno, Flávio voltou a dizer que a discussão do fim da escala 6×1 é eleitoreira e que o presidente é hipócrita.

“Lula está pensando no poder, não no trabalhador. Se ele tivesse pensando no trabalhador, ele já tinha reduzido a carga tributária sobre a folha de pagamento […] e não estava gastando desse jeito e jogando os juros na lua”, disse.

Apesar de dizer ser a favor de que o trabalhador tenha descanso, Flávio evitou responder se votaria contra ou a favor da PEC. Nesta quarta-feira (6), ele chamou a discussão de oportunista.

A PEC do fim da 6×1 reduz a jornada de trabalho de 44 horas semanais para 40 horas, com a concessão obrigatória de duas folgas semanais, uma delas preferencialmente aos domingos, sem redução da remuneração. A alteração constitucional prevê uma transição para a redução das quatro horas semanais.

A primeira etapa começa a valer 60 dias depois da promulgação, com a redução da jornada semanal a 42 horas. A segunda e última fase, a redução para 40 horas, será aplicada 12 meses depois. A redução na jornada, segundo a PEC, não pode resultar em redução salarial.

O texto foi aprovado na Câmara em maio, e na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, em setembro.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás