Sexta-feira, 23 de outubro de 2026
Goiás

‘O medo faz a gente ficar vivo’: podador de risco sobe mais de 30 metros para evitar acidentes com árvores

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Sobre o tema envolvendo gente ficar, além disso, remover uma árvore de grande porte sem atingir construções ou outras plantas exige planejamento e técnicas específicas. Dessa forma, esse é o trabalho do podador de risco, profissional que avalia as condições das árvores e realiza podas ou remoções controladas para reduzir o perigo de quedas e acidentes. Com isso, em Goiás, o agrônomo Rodrigo Jardim atua na área e afirma que o serviço ainda é pouco conhecido pela população, que muitas vezes recorre a pessoas sem treinamento adequado.

Nesse sentido, O contato de Rodrigo com a profissão começou durante a graduação em Agronomia, quando ele estagiava em uma empresa de projetos agroflorestais. Portanto, A experiência com o manejo de plantas despertou a atenção para uma necessidade também presente nas cidades: cuidar de árvores que precisam de poda ou apresentam risco de queda, mas que nem sempre recebem o tratamento adequado. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a gente ficar continuam sendo acompanhados com atenção.

“Muitas vezes não tem quem faça. Foi em um curso, ministrado por um biólogo e dois bombeiros, que conheci o arborismo e aprendi técnicas de acesso por corda e de descida controlada de galhos. Em seguida, até então, eu nem sabia que existia esse tipo de profissão”, conta o jovem. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de gente ficar nos últimos dias.

Contexto e detalhes sobre gente ficar

De acordo com as apurações, O arborismo profissional permite alcançar partes elevadas das árvores e realizar intervenções com controle dos movimentos e da queda de galhos. Por outro lado, O serviço pode envolver desde uma poda até a remoção completa de uma árvore que não apresenta condições seguras de permanência no local. Especialistas destacam que novas atualizações sobre gente ficar devem surgir em breve.

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Avaliação de riscos

Vale destacar que O trabalho começa antes de o profissional subir. Sendo assim, A avaliação considera sinais visíveis de comprometimento, condições físicas e biológicas da planta e ajuda a identificar situações que poderiam passar despercebidas em uma análise superficial. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a gente ficar continuam sendo acompanhados com atenção.

Vídeo: Arquivo Pessoal/Rodrigo Jardim

“Para avaliar se uma árvore pode cair, se precisa ser removida ou se pode receber algum tratamento, a gente faz testes para verificar a saúde da planta. Além disso, existem fatores físicos e biológicos, e só pela aparência já conseguimos identificar alguns sinais de risco iminente. Dessa forma, outros casos exigem uma avaliação mais aprofundada. Com isso, como sou agrônomo, consigo fazer análises mais incisivas para entender se aquela árvore realmente oferece perigo ou se ainda pode ser tratada e continuar no local”, explica o profissional. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de gente ficar nos últimos dias.

Nesse sentido, rodrigo cita como exemplo um trabalho realizado recentemente em um clube de Anápolis. Portanto, A equipe foi chamada para remover um angico de grande porte, que, segundo a estimativa dele, tinha mais de 40 metros de altura. Especialistas destacam que novas atualizações sobre gente ficar devem surgir em breve.

“Era um angico muito grande, com mais de 40 metros, que já estava morto havia algum tempo e oferecia perigo. Em seguida, A gente precisou usar técnicas para controlar a remoção e evitar que ele atingisse outras árvores ou estruturas ao redor. Conseguimos concluir o serviço em dois dias, sem nenhum contratempo. É esse planejamento que permite fazer o trabalho com segurança e evitar acidentes que poderiam acontecer se a árvore caísse sem controle”, relata.

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Medo faz parte do trabalho em altura

Mesmo com equipamentos específicos e treinamento, trabalhar nas copas das árvores exige atenção permanente. Para Rodrigo, o medo não deve ser tratado como um obstáculo a ser eliminado, mas como um alerta que ajuda o profissional a respeitar os limites e seguir os procedimentos de segurança.

“Eu trabalho em altura desde que comecei nessa área e continuo sentindo medo. Acho que o medo é uma coisa que mantém a gente vivo. Quando estamos em uma árvore de 30 metros, por exemplo, sentimos esse receio, mas temos confiança nos equipamentos e nas técnicas que aprendemos para não correr riscos desnecessários. Nunca me veio à cabeça o medo de não voltar para casa, porque a gente toma os cuidados necessários, mas isso não significa deixar de respeitar o perigo”, afirma.

Vídeo: Arquivo Pessoal/Rodrigo Jardim

Segundo ele, os acidentes que já sofreu aconteceram no chão, e não durante os trabalhos em altura. O cansaço e o excesso de confiança no fim de um serviço foram fatores que contribuíram para essas ocorrências.

“O problema é quando a gente fica confiante demais e acaba esquecendo algum procedimento, principalmente quando está cansado ou terminando o trabalho. É aí que o acidente pode acontecer. O ideal é manter o protocolo do começo ao fim, fazer tudo com calma e nunca colocar a pressa acima da segurança”, diz.

Chuva aumenta a procura, mas também traz riscos

Os chamados para poda e remoção costumam aumentar durante o período chuvoso. Com a ocorrência de ventos e chuvas, galhos podem cair e árvores que já apresentavam problemas passam a preocupar moradores e responsáveis por imóveis. Apesar da maior procura, as condições do tempo também limitam o trabalho. Subir em uma árvore durante a chuva aumenta os riscos para o profissional e pode tornar a própria estrutura da planta menos segura.

“Quando começa a época de chuva, as pessoas ficam mais preocupadas porque alguns galhos caem e árvores que precisavam de intervenção passam a chamar atenção. É quando recebemos mais contatos. Mas não dá para subir em uma árvore enquanto está chovendo, porque isso coloca nossa vida em risco e também existe o perigo de a árvore cair com a gente em cima. Precisamos esperar o tempo melhorar para executar o serviço com mais segurança”, diz Rodrigo.

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Profissão pouco reconhecida

Apesar da complexidade, o trabalho de podador de risco ainda é desconhecido por parte da população, segundo Rodrigo. Ele afirma que muitas pessoas recorrem a trabalhadores sem treinamento específico, que sobem em árvores com ferramentas inadequadas e sem os equipamentos de proteção necessários.

“Tem gente que brinca e chama de ‘tio do facão’: aquela pessoa que sobe na árvore com um facão, sem segurança e sem orientação técnica. O problema é que, além do risco para quem está fazendo o serviço, uma poda inadequada pode deixar a árvore em condições piores do que antes. Existem técnicas para fazer o corte correto, preservar a planta e evitar brotações excessivas. A população ainda conhece pouco essa profissão, e somos poucos os que trabalham com esse tipo de serviço”, afirma.

A atividade também exige investimento em equipamentos, que, de acordo com ele, têm alto custo e passam por constantes evoluções. Além da formação inicial, os profissionais precisam atualizar conhecimentos sobre normas de segurança e procedimentos técnicos.

Ao defender maior reconhecimento para a atividade, Rodrigo destaca que o preço de um serviço feito com segurança pode ser diferente do cobrado por alguém sem treinamento e estrutura adequados.

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“Gostaria que as pessoas conhecessem essa profissão e soubessem que existem cursos, normas e técnicas específicas. Às vezes, o serviço não vai ter o preço mais barato, porque os equipamentos são caros e é preciso investir em formação. Mas não se trata simplesmente de contratar alguém para derrubar uma árvore. É necessário avaliar a situação, planejar a intervenção e executar tudo com segurança. A árvore é imprevisível, então o profissional precisa estar preparado para lidar com isso”, conclui o podador de risco, Rodrigo Jardim.

Vídeo: Arquivo Pessoal/Rodrigo Jardim

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás