Sexta-feira, 23 de outubro de 2026
Goiás

Mulher aquece colher e queima filho de 7 anos após “malcriação”, em Goiás

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Mulher aquece colher e queima filho de 7 anos após “malcriação”, em Goiás
CRUELDADE

Polícia foi chamada após denúncia, e os dois filhos da mulher foram encaminhados para uma unidade de acolhimento

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Sobre o tema envolvendo Mulher aquece, além disso, irmãos, de 7 e 2 anos, foram encaminhados para uma unidade de acolhimento. (Foto: reprodução)

Dessa forma, uma mulher foi presa suspeita de queimar o próprio filho, de 7 anos, com uma colher aquecida em Cidade Ocidental, no Entorno do Distrito Federal. Com isso, A informação foi divulgada neste fim de semana. Nesse sentido, segundo o Conselho Tutelar, o menino foi agredido pela mãe como forma de castigo após ela ser informada de que ele havia feito uma “malcriação”. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Mulher aquece continuam sendo acompanhados com atenção.

Portanto, A Polícia Militar foi acionada após uma denúncia anônima sobre a situação da criança. Em seguida, uma equipe foi até a residência da família e encontrou o menino ferido. De acordo com as apurações, no local, também surgiram relatos de que ele já poderia sofrer agressões com frequência. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Mulher aquece nos últimos dias.

Por outro lado, segundo os conselheiros, a mãe teria ficado irritada depois de receber da cuidadora a informação sobre o comportamento do filho. Ela entrou no quarto e começou a bater na criança. Depois, saiu do cômodo, esquentou uma colher e voltou.

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Imagem dos ferimentos
Agressão teria ocorrido como forma de punição e há suspeita de que o garoto já sofria maus-tratos (Foto: reprodução)

Queimaduras em várias partes do corpo

O objeto teria sido encostado em diferentes partes do corpo do menino, causando queimaduras. A criança precisou ser retirada de casa e passou a receber atendimento e acompanhamento dos órgãos de proteção.

Durante o atendimento, o Conselho Tutelar também recebeu informações que levantaram a suspeita de que o garoto já sofria agressões dentro da própria casa. O órgão passou a acompanhar a situação da família.

A mulher também é mãe de uma criança de 2 anos, que estava na residência. Depois da prisão, os dois irmãos foram retirados do imóvel e levados para uma unidade de acolhimento.

As crianças continuam sob os cuidados do Conselho Tutelar. O caso será analisado pela Vara da Infância e Juventude, que deverá decidir sobre a guarda e as próximas medidas de proteção.

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Redação Foco Goiás