Sábado, 17 de outubro de 2026
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MP vê ameaça a testemunhas e pede prisão de vice-presidente do Corinthians – UOL

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MP vê ameaça a testemunhas e pede prisão de vice-presidente do Corinthians – UOL

Sobre o tema envolvendo vê ameaça, Outro argumento da defesa é que havia informações de que Munhoes pretendia disputar a próxima eleição do Corinthians por uma chapa de oposição. Segundo os advogados, o Ministério Público desconsiderou esse contexto político.

Os representantes de Armando também questionam a atuação de Conserino. Para eles, o contato direto do promotor com Munhoes reforça uma contestação à imparcialidade dele já apresentada anteriormente. Além disso, A defesa informou que pretende levar o caso aos órgãos responsáveis por fiscalizar a atuação de integrantes do Ministério Público e apresentar uma manifestação formal no processo. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a vê ameaça continuam sendo acompanhados com atenção.

Armando tornou-se réu em junho por suspeitas de apropriação indébita agravada continuada, tentativa de apropriação indébita agravada continuada, furto qualificado por abuso de confiança e coação no curso do processo. Ele nega as acusações. Dessa forma, O novo pedido de prisão ainda será analisado pela Justiça. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de vê ameaça nos últimos dias.

Contexto e detalhes sobre vê ameaça

Com isso, confira a manifestação da defesa de Armando Mendonça na íntegra:

“A defesa recebeu com espanto e surpresa a notícia de que o Ministério Público, na pessoa do Promotor de Justiça Cássio Roberto Conserino, valeu-se da instrumentalização de episódio interno de dispensa de integrante do corpo diretivo do Sport Club Corinthians Paulista, como argumento para obtenção de medidas cautelares outrora denegadas pela Justiça.

Trata-se de manifestação notoriamente abusiva, por desconsiderar que a dispensa representa evento próprio ao ambiente político do Sport Club Corinthians Paulista, mormente se considerada a existência de informações de que o diretor dispensado se habilitou como candidato em chapa pertencente à oposição, para fins de disputa de cargo na futura eleição do Clube.

Nesse sentido, A manifestação também se apresenta ilegal por se valer de suposições desvalidas de prova sobre uma pretensa interferência de Armando Mendonça na dispensa do ex-diretor, ignorando a acusação que a nomeação e dispensa de membros do corpo diretivo é prerrogativa da Presidência do Clube.

Principais pontos e impactos da decisão

Afora o claro descabimento dos pedidos apresentados pela acusação, serve a petição ministerial como reforço da suspeição do Promotor de Justiça Cássio Roberto Conserino diante de sua inequívoca proximidade e contaminação com as questões políticas do Clube, em especial pela participação em debates de derrubada do modelo associativo.

O reforço da suspeição se dá pela confissão, apresentada na petição ministerial, de que o Promotor de Justiça mantém canal direto de comunicação com Marcelo Munhões, que lhe enviou mensagem com manifestação de descontentamento sobre o desligamento.

Como reforço do despropósito e gravidade da conduta da acusação, anote-se que o nome de Armando Mendonça como suposto responsável pela dispensa não é mencionado, sequer, no e-mail encaminhado por Marcelo Munhões ao Promotor Cássio Conserino.

Resguardado o respeito ao Ministério Público como Instituição, é necessário pontuar que causou assombro o conhecimento da apresentação de um pedido de prisão absolutamente descabido, logo após a confirmação, pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, de data para o julgamento do Habeas Corpus em que se discute o trancamento da ação por conta das ilegalidades praticadas.

Sem prejuízo da manifestação formal no processo e comunicação do fato aos órgãos correcionais do Ministério Público, a defesa de Armando Mendonça manifesta plena e integral confiança na Justiça, como órgão de combate aos abusos e proteção às garantias individuais”.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás