Domingo, 18 de outubro de 2026
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Mesmo com subsídios, inflação de combustíveis é quase o dobro da de 2025

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Mesmo com subsídios, inflação de combustíveis é quase o dobro da de 2025
Brasil

Mesmo com os subsídios concedidos pelo governo federal, o preço do conjunto de produtos utilizados nos veículos já subiu 4,49% em 2026

Rafaela Felicciano/Metrópoles
subsídios inflação

Sobre o tema envolvendo subsídios inflação, além disso, A inflação de combustíveis acumulada de janeiro até setembro deste ano é quase o dobro da verificada em todo o ano passado.

Dessa forma, os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que em 2025, o conjunto de produtos utilizados nos veículos ficou 2,30% mais caro. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a subsídios inflação continuam sendo acompanhados com atenção.

Neste ano, o índice já é de 4,49%, mesmo com os subsídios concedidos pelo governo federal. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de subsídios inflação nos últimos dias.

Com a alta no preço do petróleo impactando os preços dos combustíveis no Brasil por causa das guerras no Oriente Médio e na Ucrânia, o governo ofereceu uma série de subsídios para os principais combustíveis, com o objetivo de conter um possível impacto inflacionário. Especialistas destacam que novas atualizações sobre subsídios inflação devem surgir em breve.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles Vale ressaltar que os aspectos relacionados a subsídios inflação continuam sendo acompanhados com atenção.

Com isso, O governo federal já direcionou R$ 40 bilhões para as medidas. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de subsídios inflação nos últimos dias.


Medidas do governo para segurar os preços

  • Em março 12 de março houve subvenção direta de R$ 0,32 por litro do diesel pagos aos produtores e importadores.
  • Também no dia 12 de março houve anúncio da isenção das alíquotas de PIS/Cofins incidentes sobre a importação e a comercialização de óleo diesel, gerando uma redução direta de R$ 0,32 por litro do diesel.
  • No dia 8 de abril foi feita a publicação dos Decretos nº 12.923/2026 e 12.924/2026, estabelecendo alíquota zero de PIS/Cofins para o biodiesel importado e comercializado. A economia estimada de face em R$ 0,15 por litro de biodiesel puro.
  • Em julho foi a vez da concessão de subvenção econômica de R$ 0,44 por litro para a gasolina, instituída por Medida Provisória.
  • Já em 9 de setembro, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou a Medida Provisória 1.391/2026, que autorizou a concessão de uma nova subvenção econômica de R$ 1 por litro de óleo diesel de uso rodoviário.
  • De 10 de setembro a 9 de outubro de 2026 vai vigorar a isenção total (alíquota zero) de PIS/Pasep e Cofins sobre o etanol hidratado, gerando um alívio de R$ 0,19 por litro.
  • Também para o período de 10 de setembro a 9 de outubro de 2026 foi determinada a redução temporária de R$ 0,63 por litro nas alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre a importação e a comercialização de gasolina.
  • Ministério da Fazenda prorrogou, no último dia 26, por 30 dias a subvenção que resulta em abatimento de R$ 1,12 no preço do diesel. Somando com a dedução de R$ 1 por litro de óleo diesel de uso rodoviário, o combustível tem ajuda de custo de R$ 2,12 por litro.
  • No último dia 9, o governo federal avançou nos subsídios ao zerar as alíquotas de PIS/Cofins sobre a gasolina, o que fez a redução por litro passar de R$ 0,63 para R$ 0,89. Também foi prorrogada a desoneração dos tributos sobre o combustível no valor de R$ 0,19 por litro;
  • Também no dia 9, foi ampliada a subvenção econômica aos produtores e às cooperativas de produtores de etanol hidratado. Com isto, o valor subiu de R$ 0,25 para R$ 0,43 por litro. Houve ainda o anúncio de um adicional de R$ 1,40 por litro aos importadores de óleo diesel de uso rodoviário. Já existe uma subvenção de R$ 2,12, com isto, a subvenção total resulta em R$ 3,52 por litro.

Nesse sentido, mesmo com os subsídios, o preços subiram até 20,85% desde o início da guerra, caso do óleo diesel S10, considerando o levantamento de preços de combustíveis que fica no site da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Especialistas destacam que novas atualizações sobre subsídios inflação devem surgir em breve.

Portanto, A instituição coleta os valores semanalmente em todo o país. Em seguida, apenas o etanol teve queda de 10,58%, segundo o valor médio de revenda no documento da ANP. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a subsídios inflação continuam sendo acompanhados com atenção.

Apesar de os preços terem se elevado no período como um todo, a alta seria maior caso não houvesse os subsídios.

No caso da gasolina comum, por exemplo, o litro tinha preço médio de R$ 6,28 no levantamento de 28 de fevereiro. De acordo com as apurações, mas após a guerra, o produto chegou a custar até R$ 6,78. Por outro lado, no levantamento do último dia 10, o valor era de R$ 6,54.

Vale destacar que A inflação mensal medida pelo IBGE por meio do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) também evidencia o comportamento dos preços diante dos subsídios.

Em março, houve a maior alta, no entanto, o efeito dos descontos fez os preços terem queda no período de maio a agosto.

Petróleo vai pressionar inflação também em 2027

Sendo assim, os preços altos dos combustíveis são um problema que ficará para o próximo governo em 2027, seja ele comandado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tenta a reeleição, ou o senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

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Metrópoles

Além disso, posto de abastecimento

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Dessa forma, emirados Árabes anunciam saída da Opep e da Opep +

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Divulgação

Com isso, petrobras anunciou que estudos estão sendo realizados no poço

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Divulgação/ Petrobras

Abastecimento

Nesse sentido, distribuição de combustíveis

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Nesse sentido, distribuição de combustíveis

Michael Melo/Metrópoles

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O motivo é a escassez. Na última quarta-feira (14/10), a Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) afirmou no Relatório do Mercado de Petróleo referente a outubro que a atual escassez de diesel deve resistir até boa parte do próximo ano.

“Apesar da menor demanda, prevê-se que o equilíbrio do mercado de petróleo permaneça deficitário até o final do ano, com a restrição na oferta de destilados médios provavelmente persistindo até bem avançado o ano de 2027”, destaca a IEA.

Mesmo com a inflação dos combustíveis fique na casa dos 4,5%, o índice será o segundo mais baixo no atual mandato. Em 2023, o índice foi de 8,37% e o recorde alcançado em 2024: 10,09%. O ano passado os combustíveis subiram 2,3%.

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Guerras e preço do petróleo

O principal motivo para a elevação do preço dos combustíveis neste ano é a guerra no Oriente Médio entre Estados Unidos, Irã e Israel. No entanto, também há influência do conflito entre Rússia e Ucrânia.

A guerra no Oriente Médio começou em 28 de fevereiro deste ano. Antes do conflito, o barril do preço do petróleo tipo brent, que é referência no mercado internacional, que girava em torno de US$ 70. Depois chegou a valer até US$ 120.

Na manhã da última sexta-feira (16/10), o item era negociado a US$ 105,90, com preço estável (-0,02%) em 24 horas. O petróleo mais caro faz subirem os preços do diesel, gasolina e gás de cozinha.

A influência da guerra no Oriente Médio sobre o preço do petróleo ocorre por causa das restrições à navegação pelo Estreito de Ormuz,  uma importante rota do comércio global para vários produtos.

O estreito é a principal via de saída do petróleo produzido na região do Golfo Pérsico, que inclui a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos, o Kuwait, o Iraque e o próprio Irã.

Em relação à Rússia, o ponto central é a produção, conforme o relatório divulgado pela IEA na última quarta.

“A produção e as exportações russas de óleo diesel caíram nos últimos meses, em decorrência dos danos crescentes causados ​​às refinarias por drones ucranianos”, diz trecho do documento.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás