Sobre o tema envolvendo tempo real, as tratativas são para que as verificações sejam feitas no “g1”; Sidônio Palmeira também conversa com “Aos Fatos”, “ICL” e outras organizações para checar declarações
Vale ressaltar que os aspectos relacionados a tempo real continuam sendo acompanhados com atenção.
Renato Pizzutto/Band – 18.out.2026
Lara Brito de Brasília
O ministro da Secom, Sidônio Palmeira, estrategista da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição, negocia a publicação de checagens em tempo real no g1 durante o debate presidencial de 6ª feira (23.out), transmitido pela TV Globo. Além disso, ele falou sobre o assunto nesta 4ª feira (21.out.2026), no QG da campanha de Lula, no Lago Sul, em Brasília.
Segundo Sidônio, há disposição da Globo para viabilizar a iniciativa. Dessa forma, A proposta é publicar no g1 as checagens durante o debate, sem necessariamente integrá-las à transmissão televisiva com sinal aberto. Com isso, O ministro afirmou que a emissora deverá explicar como será o formato. Nesse sentido, ele também conversa com Aos Fatos, ICL e outras organizações para checar declarações.
O ministro defendeu a verificação instantânea das declarações e disse que a medida é importante para esclarecer informações falsas. Portanto, sidônio afirmou que Flávio Bolsonaro (PL) mente nos debates e declarou que a checagem ajudaria a contestar as falas do candidato.
O publicitário afirmou que a campanha de Lula pretende concentrar o próximo debate na discussão de propostas e no futuro do país, em vez de se limitar a ofensivas contra o adversário.
Sidônio também voltou a criticar a atuação das grandes empresas de tecnologia nas eleições, em especial a Meta. Em seguida, disse que há preocupação internacional com a influência dessas plataformas nos processos democráticos.
Tempo real: Abaixo-assinado pressiona “Globo”
Uma petição on-line também pede que a Globo adote a checagem de fatos ao vivo no debate presidencial. Criada na plataforma Change.org, a iniciativa reuniu mais de 1 milhão de assinaturas até a noite de 4ª feira (21.out).
O abaixo-assinado pede que a emissora esclareça, durante a transmissão, declarações incorretas ou distorcidas dos candidatos. De acordo com as apurações, A mobilização foi criada por Rafael Brito e cita experiências de debates presidenciais nos Estados Unidos.
TÁTICA DE TRUMP
Questionado sobre o comportamento de Flávio no debate anterior, quando ficou atrás do público, Sidônio disse que a estratégia não foi positiva para o senador. Por outro lado, O ministro relacionou esse tipo de comportamento a táticas da “extrema-direita” e citou a disputa entre Donald Trump (Partido Republicano) e Hillary Clinton (Partido Democrata) nos Estados Unidos.
Em 9 de outubro de 2016, durante o 2º debate presidencial entre os 2 candidatos, realizado na Universidade Washington, em St. Vale destacar que louis, no Missouri, Trump ficou a pouca distância atrás de Clinton enquanto ela respondia a perguntas da plateia. A democrata disse posteriormente que se sentiu intimidada pela presença do republicano às suas costas.
Assista:
📷#vídeo 🗳️Veja imagens de Trump atrás de Hillary em debate
👇Assista ao vídeo: https://t.co/dTpHFZCIB3
— Poder360 (@Poder360) October 19, 2026
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