Sobre o tema envolvendo Marçal pede, além disso, (Folhapress) O empresário Pablo Marçal (PRTB) ativou nesta quarta-feira (19) a chave Pix e passou a pedir dinheiro para financiar sua campanha à Presidência da República. Dessa forma, ele está inelegível e aguarda julgamento da candidatura pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Com isso, A ativação da chave pix foi feita durante a participação de Marçal num podcast. Nesse sentido, O candidato passou a pedir dinheiro. “Doe R$ 0,10, R$ 1, doe o que você der conta. Portanto, não tire de você se estiver faltando para doar para campanha eleitoral (…). Em seguida, quer fazer parte da transformação? De acordo com as apurações, põe lá 1 centavo, R$ 5, R$ 10”, disse. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Marçal pede continuam sendo acompanhados com atenção.
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No final do programa, ele passou a citar algumas doações, e um dos apresentadores diz ter mandado R$ 200. Marçal começou a dizer os nomes de alguns apoiadores que colaboraram. O candidato falou que o dinheiro começou a cair “sem parar”. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Marçal pede nos últimos dias.
Contexto e detalhes sobre Marçal pede
Nesta quinta-feira (20), a corte o impediu de acessar recursos do fundo eleitoral, de participar de debates e de aparecer no horário eleitoral em redes de rádio e televisão até o julgamento do registro.
Marçal está inelegível por decisão do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo), devido a uma ação promovida na campanha municipal de 2024. Ele concorreu à prefeitura da capital paulista. Na ocasião, ele arrecadou R$ 8 milhões com doações e ficou em terceiro no primeiro turno, com 28,14% dos votos.
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Principais pontos e impactos da decisão
Procurada, a assessoria de imprensa de Marçal não informou o quanto ele arrecadou. A informação ainda não consta na página oficial da candidatura, no sistema do TSE.
A ação tratava de uso indevido de meios de comunicação por um “campeonato de cortes” de vídeos promovido pelo empresário entre seus seguidores. Nada o impede, porém, de registrar a candidatura e mantê-la até o julgamento pelo TSE.
A PGE (Procuradoria-Geral Eleitoral) impugnou a candidatura do influenciador, entendendo que a inelegibilidade de Marçal é manifesta, apontando que ele foi condenado pelo TRE-SP e que ele não teria demonstrado com provas suficientemente estar filiado ao PRTB no prazo exigido pela legislação.
Nesta quinta-feira, ele cancelou as agendas “seguindo orientação do jurídico da campanha”, de acordo com sua equipe, que não deu mais explicações.
Marçal estava filiado ao União Brasil, partido pelo qual, nos planos iniciais, concorreria a deputado federal. Na reta final, porém, ele apresentou um pedido de filiação ao PRTB, supostamente feito em abril, antes da data limite para candidatos.
A lei eleitoral exige que pessoas que desejam concorrer a cargos eletivos estejam filiadas no partido pelo qual disputarão até dia 6 de abril. Após esse prazo, ainda é possível trocar de partido, mas sem possibilidade de participar da eleição.
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