Lua nova domina céu em 22 de outubro de 2025: calendário lunar traz fases principais do ano

Lua nova

Lua nova – Foto: Nazarii_Neshcherenskyi/ Shutterstock.com

Lua nova marca o céu brasileiro nesta quarta-feira, 22 de outubro de 2025, com zero por cento de visibilidade devido ao alinhamento preciso entre o satélite, a Terra e o Sol. O fenômeno ocorreu às 9h25 do dia anterior, reiniciando o ciclo lunar de cerca de 29,5 dias. Astrônomos do Instituto Nacional de Meteorologia confirmam que essa configuração facilita observações de estrelas e meteoros, como as Orionidas em pico no período.

O ciclo lunar influencia marés e ritmos naturais, embora estudos científicos descartem efeitos diretos no comportamento humano. Em outubro, a transição segue para a Lua crescente em 29 de outubro, às 13h22. Essa fase inicial do mês destaca a importância de ferramentas como aplicativos para rastrear posições exatas.

Principais fases de outubro incluem:

  • Lua cheia: 7 de outubro, às 00h48;
  • Lua minguante: 13 de outubro, às 15h14;
  • Lua nova: 21 de outubro, às 9h25;
  • Lua crescente: 29 de outubro, às 13h22.

Detalhes da fase atual

A Lua nova surge quando o lado iluminado pelo Sol fica oposto à visão terrestre, resultando em escuridão total no céu noturno. Essa posição ocorre a cada lunação e dura até o aparecimento do crescente inicial, cerca de uma semana depois. Observadores notam que o fenômeno reduz interferências luminosas, permitindo vistas claras de constelações como Órion.

No Brasil, o horário de Brasília registra a fase com precisão, ajustada ao fuso horário local. Aplicativos integrados a dados do Observatório Nacional auxiliam na localização exata do satélite.

Calendário de fases no primeiro trimestre

Janeiro inicia o ano com Lua crescente em 6, às 20h56, seguida de mudanças regulares. Fevereiro traz Lua nova em 2, às 16h30, e cheia em 17, às 7h42. Março registra minguante em 1, às 23h45, e nova em 30, às 12h15.

Essas transições mantêm o ritmo anual, com horários progressivos ao longo dos meses.

Astrônomos preveem variações mínimas devido à órbita elíptica da Lua.

O primeiro trimestre concentra 12 mudanças principais, distribuídas por 90 dias.

Influências nas marés e observações

As marés de sizígia elevam níveis durante a Lua nova, combinando forças gravitacionais do Sol e da Lua. Essa interação resulta em picos mais altos nas costas brasileiras, monitorados por institutos oceanográficos. Pescadores ajustam rotinas com base nessas previsões anuais.

A baixa luminosidade favorece rastreamento de cometas, como C/2025 A6 (Lemmon), visível em períodos iniciais do ano. Telescópios amadores capturam detalhes sem obstruções lunares.

Estudos do Inmet indicam que o ciclo de 2025 segue padrão histórico, com duração média de 29 dias e 12 horas por lunação completa.

Superluas e eventos especiais

Superluas ocorrem quando a Lua cheia coincide com o perigeu, aproximando o satélite em até 50 mil quilômetros da Terra. Em 2025, três eventos destacam: 12 de novembro, 11 de dezembro e uma adicional em março. Essas aproximações aumentam o diâmetro aparente em 14 por cento.

Eclipses lunares totais marcam 14 de março e 7 de setembro, visíveis em partes do hemisfério sul. A conjunção alinha Terra entre Sol e Lua, escurecendo o satélite por até duas horas.

Outros alinhamentos incluem quartas crescentes em 25 de abril e 23 de julho, ideais para fotografias noturnas.

Fases do segundo semestre

Julho apresenta Lua cheia em 10, às 18h37, seguida de minguante em 18. Agosto registra nova em 4, às 7h14, e crescente em 23. Setembro traz cheia em 7, às 15h09, com minguante em 14.

O período outono-verão equilibra visibilidades, com noites mais longas favorecendo observações no sul do país.

Dezembro fecha com Lua nova em 24, às 21h58, e crescente em 27, às 16h09.

Essas datas auxiliam planejamento de atividades astronômicas ao longo do ano.

Preparação para observações anuais

Equipamentos básicos incluem binóculos para quartas fases, onde 50 por cento da superfície aparece iluminada. Locais com baixa poluição luminosa, como serras no interior de São Paulo, oferecem condições ótimas. O calendário de 2025 integra dados globais, ajustados para fusos locais.

Aplicativos gratuitos calculam altitudes e azimutes, facilitando rastreio diário. O ano registra 13 luas cheias, uma a mais que o padrão devido ao ciclo sinódico.

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