– Como dissemos desde o início, fazer isso apenas se a maioria das Associações Membro da FIFA apoiasse e sempre sujeito a um processo de consulta com elas, com o Conselho da FIFA, as Confederações e as partes interessadas em geral – diz trecho da nota de Infantino.
– Tendo ouvido atentamente todas as opiniões, ficou claro que o projeto criou divisões de uma natureza que, independentemente do nível de apoio, não atendem mais ao interesse do objetivo estabelecido em primeiro lugar – completou.
Gianni Infantino, presidente da Fifa, discursa em encontro com Donald Trump — Foto: Evan Vucci TPX IMAGES OF THE DAY/REUTERS
Na última terça-feira, a Fifa anunciou que pretendia criar uma empresa para fazer a operação de suas principais competições, entre elas a Copa do Mundo e a Copa do Mundo de Clubes. O objetivo da entidade era vender participações minoritárias nesta nova empresa, com expectativa de arrecadar US$ 4,2 bilhões (R$ 21,5 bilhões).
O plano precisaria ser aprovado pelas 211 associações que fazem parte da Fifa, uma de cada país filiado à entidade, com prazo até 19 de setembro para os membros se manifestarem. Mas rapidamente posicionamentos contrários surgiram.
As posições contrárias das três entidades se tornaram ameaça concreta à aprovação do projeto. As outras três confederações continentais – da África, Oceania e América do Sul – não se manifestaram publicamente, apenas marcaram reuniões para debater o caso com seus filiados – a Conmebol foi a última a se pronunciar, apenas nesta sexta, horas antes de Infantino desistir do projeto.




