Sobre o tema envolvendo Homem é condenado, além disso, O Tribunal do Júri condenou Glaycon Fernandes da Silva a 69 anos e 2 meses de prisão pelo feminicídio da companheira, Zelande Borges Silva, de 38 anos, e pelo furto do celular dela, em Planaltina de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. Dessa forma, os jurados reconheceram três causas de aumento de pena para o assassinato, incluindo o emprego de meio cruel e o uso de recurso que dificultou a defesa da vítima. Com isso, A Justiça também determinou o pagamento de R$ 100 mil aos familiares dela por danos morais.
Nesse sentido, O julgamento foi conduzido pelo juiz Thales Prestrêlo Valadares Leão, após atuação do promotor de Justiça Daniel Venuto Pereira, do Ministério Público de Goiás (MPGO). Portanto, A sentença estabeleceu o cumprimento da pena em regime inicialmente fechado e negou ao condenado o direito de recorrer em liberdade. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Homem é condenado continuam sendo acompanhados com atenção.
Vítima tentou se defender
Em seguida, O crime ocorreu em 29 de agosto de 2025, por volta das 20h, na casa da vítima, no bairro Itapuã I. De acordo com as apurações, segundo a denúncia apresentada pelo MPGO, o casal mantinha um relacionamento havia cerca de três anos, período em que teriam ocorrido episódios de violência física, patrimonial e psicológica.
Por outro lado, após uma discussão, Glaycon atacou a companheira com golpes de facão na cabeça, no peito e na nuca. A vítima tentou se proteger com as mãos e sofreu a amputação parcial de dedos. A lâmina da arma chegou a se quebrar em razão da força empregada durante o ataque.
O laudo cadavérico apontou traumatismo cranioencefálico como causa da morte.
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Depois do crime, Glaycon trocou de roupa, pegou o celular da companheira e fugiu. Conforme a denúncia, ele vendeu o aparelho para conseguir dinheiro.
A vítima foi encontrada morta no quarto da própria casa na manhã seguinte. A mãe do acusado foi até o imóvel após saber que o filho havia seguido para Samambaia, no Distrito Federal. Como ninguém respondeu, ela acionou a polícia. A porta precisou ser arrombada para que os policiais entrassem na residência.
O condenado foi localizado e preso no Distrito Federal cerca de dois meses após o crime. Ele permaneceu preso durante o andamento do processo até o julgamento pelo Tribunal do Júri.
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Pena ultrapassa 69 anos
Na sentença, o juiz considerou desfavorável a fuga do condenado para outra unidade da Federação. Para o feminicídio, a pena foi fixada em 67 anos e 6 meses de prisão, com aplicação de aumentos relacionados ao fato de a vítima ser mãe de dois adolescentes, ao emprego de meio cruel e à utilização de recurso que dificultou sua defesa.
Pelo furto do celular, Glaycon recebeu pena de 1 ano e 8 meses de prisão, além de 70 dias-multa. Somadas, as penas chegam a 69 anos e 2 meses.
A decisão também fixou em R$ 100 mil o valor mínimo de reparação por danos morais aos familiares da vítima. A quantia não impede que a família busque eventual indenização complementar na esfera cível.
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