Além disso, goiás ocupa a décima posição entre os estados brasileiros com mais denúncias de assédio eleitoral em 2026. Dessa forma, segundo levantamento do Ministério Público do Trabalho (MPT), divulgado pela CNN Brasil nesta quarta-feira (28), foram registrados 95 relatos no estado. Com isso, são Paulo lidera a lista, com 471 denúncias, seguido por Minas Gerais, com 251, e Paraná, com 239.
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O assédio eleitoral ocorre quando trabalhadores são pressionados, ameaçados ou constrangidos por causa de suas preferências políticas. Nesse sentido, A prática inclui ameaças de demissão, promessas de benefícios em troca de apoio a candidatos e outras formas de interferência na liberdade de voto. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a denúncias de assédio continuam sendo acompanhados com atenção.
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Portanto, as denúncias continuam mesmo após o segundo turno das eleições presidenciais, realizado no domingo (25). Em seguida, de acordo com o MPT, empregadores que demitem ou ameaçam funcionários em razão do candidato escolhido nas urnas podem responder por discriminação nas relações de trabalho.
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De acordo com as apurações, de acordo com o ranking divulgado pela CNN Brasil, com dados do MPT, a classificação de 2026 é a seguinte:
| Posição | Estado | Denúncias |
|---|---|---|
| 1º | São Paulo | 471 |
| 2º | Minas Gerais | 251 |
| 3º | Paraná | 239 |
| 4º | Rio de Janeiro | 196 |
| 5º | Santa Catarina | 134 |
| 6º | Rio Grande do Sul | 132 |
| 7º | Distrito Federal | 115 |
| 8º | Pará | 106 |
| 9º | Bahia | 103 |
| 10º | Goiás | 95 |
Fonte: Ministério Público do Trabalho, conforme levantamento exibido pela CNN Brasil em 28 de outubro de 2026.
Denúncias continuam após o segundo turno
Por outro lado, O Ministério Público do Trabalho registrou centenas de novas denúncias de assédio eleitoral depois da votação de domingo. Vale destacar que entre as situações relatadas estão ameaças de demissão, dispensas de empregados e manifestações públicas que incentivam punições a trabalhadores por suas escolhas políticas.
O procurador-geral do Trabalho, Gláucio Araújo de Oliveira, alertou que o encerramento das eleições não impede a investigação de possíveis irregularidades.
Segundo o MPT, ameaçar ou demitir um funcionário por sua orientação política pode caracterizar discriminação no emprego. As consequências podem incluir medidas judiciais, indenizações e outras determinações da Justiça do Trabalho.
Durante o processo eleitoral, o órgão ajuizou 59 ações civis públicas e obteve 52 decisões liminares para combater práticas de assédio. Também foram firmados 53 termos de ajustamento de conduta com empregadores.
Caso em Goiás foi parar na Justiça
Uma das ações movidas pelo MPT em Goiás envolveu o empresário Leandro Batista Nóbrega, proprietário do Frigorífico Goiás.
Durante a campanha presidencial, ele anunciou nas redes sociais uma viagem a Caldas Novas, com despesas pagas, para mil apoiadores de Lula. A viagem seria realizada no dia do segundo turno, quando os participantes deveriam comparecer às urnas.
O Ministério Público do Trabalho acionou a Justiça para impedir a realização da iniciativa. A Justiça do Trabalho concedeu uma liminar que proibia a prática, sob pena de multa de R$ 100 mil por trabalhador encontrado nessa situação.
Como denunciar assédio eleitoral
Trabalhadores que sofreram ou presenciaram ameaças, constrangimentos ou retaliações por motivos políticos podem apresentar denúncias ao Ministério Público do Trabalho.
O registro pode ser feito pela internet, no endereço www.mpt.mp.br.
O MPT orienta que sejam preservadas provas, como mensagens de WhatsApp, capturas de tela, áudios, vídeos e publicações em redes sociais. Também podem ser informados os nomes de testemunhas.
As denúncias podem envolver situações ocorridas antes, durante ou depois das eleições.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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