Globo exibe ‘Lucicreide Vai Pra Marte’ na Sessão da Tarde desta quarta-feira às 15h40

Redação
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Globo exibe ‘Lucicreide Vai Pra Marte’ na Sessão da Tarde desta quarta-feira às 15h40
Lucicreide Vai pra Marte - Sessão da Tarde.

Lucicreide Vai pra Marte – Sessão da Tarde. – Foto: reprodução

A TV Globo transmite nesta quarta-feira, 1º de outubro de 2025, o filme “Lucicreide Vai Pra Marte” na Sessão da Tarde, a partir das 15h40, logo após a novela “Terra Nostra”. A produção brasileira de 2021, dirigida por Rodrigo César, conta com Fabiana Karla no papel principal como a empregada doméstica Lucicreide, que enfrenta desafios familiares e acaba se envolvendo em uma missão espacial improvável. O longa mistura comédia e drama, destacando a rotina exaustiva de uma mãe solo no Brasil.

O filme surge em um momento em que a emissora prioriza conteúdos nacionais para atrair o público familiar. Lançado durante a pandemia, ele reflete questões cotidianas como sobrecarga doméstica e aspirações escapistas. A exibição ocorre em horário nacional, acessível a telespectadores de todo o país.

Principais elementos da trama incluem:

  • A chegada inesperada da sogra de Lucicreide, despejada e sem opções.
  • O abandono pelo marido, deixando-a sozinha com cinco filhos.
  • A inscrição acidental em um programa da NASA para viagem a Marte.

Enredo central da comédia espacial

Lucicreide trabalha como empregada em uma residência de classe média no Rio de Janeiro. Sua vida vira de cabeça para baixo quando a sogra chega para morar com a família, agravando as tensões diárias. Os filhos, adolescentes rebeldes, só aumentam o estresse, enquanto o marido desaparece sem explicações.

A personagem principal, interpretada por Fabiana Karla, decide buscar uma saída radical. Com a ajuda do filho dos patrões, ela se inscreve em um projeto de treinamento para astronautas. Sem entender os detalhes técnicos, Lucicreide embarca para Cabo Canaveral, nos Estados Unidos, onde enfrenta simulações de gravidade zero e testes rigorosos.

O enredo avança com cenas cômicas no ambiente da NASA, contrastando a ingenuidade brasileira com a burocracia americana. A viagem sem volta para Marte representa o desejo de recomeço, mas também expõe os limites de suas responsabilidades familiares.

Bastidores da produção nacional

As filmagens ocorreram em 2020, com locações no Rio de Janeiro e Recife. Pela primeira vez, um filme brasileiro rodou cenas na sede da NASA, em Houston, com autorização especial obtida pela equipe. O orçamento estimado em R$ 5 milhões incluiu efeitos visuais para simular o espaço.

Rodrigo César, diretor estreante em longas, baseou o roteiro em sketches do programa “Zorra”, onde Lucicreide surgiu em 2007. A produção contou com apoio da Globo Filmes e Downtown Filmes, garantindo distribuição ampla.

  • Investimento em CGI para sequências espaciais, desenvolvido por estúdios locais.
  • Treinamento de elenco em aviação para cenas de microgravidade.
  • Parceria com a NASA para autenticidade técnica.

Destaques do elenco principal

Fabiana Karla revive sua icônica personagem, conhecida por bordões e humor popular. Adriana Birolli interpreta Luana, a patroa de Lucicreide, em um papel de apoio cômico. Fernando Ceylão surge como o marido ausente, adicionando camadas ao conflito familiar.

Lucy Ramos e Isio Ghelman completam o time principal, com Ramos como uma das filhas e Ghelman no papel de um técnico da NASA. O elenco secundário inclui Leandro Da Matta e Lúcia Ceylão, trazendo familiaridade ao público.

A química entre os atores reflete ensaios intensos durante a quarentena. Cada performance equilibra riso e emoção, sem exageros.

Renato Chocair aparece como Arnaldo, o sogro, em cenas que exploram dinâmicas geracionais. A diversidade de idades enriquece as interações.

Curiosidades sobre as gravações

O projeto enfrentou atrasos pela pandemia, com protocolos sanitários rigorosos nos sets. Uma sequência chave, filmada em um avião adaptado, simulou 20 segundos de zero gravidade para 15 takes. A equipe usou equipamentos importados para precisão.

Cenas no Brasil destacam contrastes sociais, com diálogos em português coloquial. O filme recebeu classificação indicativa de 12 anos, acessível a famílias.

Recepção e números de bilheteria

Lançado em março de 2021, o longa atraiu 150 mil espectadores nos cinemas iniciais. Críticas elogiaram o humor acessível, com nota média de 6,5 no IMDb. A estreia coincidiu com reabertura de salas pós-lockdown.

O filme integrou o catálogo do Globoplay logo após os cinemas. Audiência na plataforma superou 1 milhão de views nos primeiros meses.

Legado da personagem na TV

Lucicreide surgiu no “Zorra Total” como sátira à classe trabalhadora. Sua evolução para cinema marca a transição de humor televisivo para narrativas maiores. Fabiana Karla creditou o sucesso à identificação do público com dilemas reais.

A produção influenciou comédias recentes, priorizando roteiros femininos. Exibições em TV aberta mantêm relevância.

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