Sobre o tema envolvendo Hugo Bravo, além disso, A vitória do Vila Nova por 2 a 0 sobre o Goiás, na noite desta quarta-feira (10), pela Série B do Campeonato Brasileiro, teve um sabor especial para o torcedor colorado. Além de garantir os três pontos no clássico, o resultado encerrou o jejum do Vila diante do principal rival na temporada. Dessa forma, após a partida, o vice-presidente financeiro do clube, Hugo Jorge Bravo, falou sobre o resultado e não economizou nas palavras ao comentar a rivalidade.
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Logo de início, Hugo reagiu à provocação de que o Vila Nova seria “freguês” do Goiás por não ter conseguido vencer o rival nos encontros anteriores deste ano. Com isso, em tom de desabafo, o dirigente foi direto. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Hugo Bravo continuam sendo acompanhados com atenção.
“Nesse sentido, freguês é o caral#. Nesse sentido, freguês é o caral#. Portanto, paternidade é o caral#”, disparou Hugo, antes de voltar a falar sobre o desempenho da equipe no clássico. Em seguida, segundo ele, a principal diferença em relação ao confronto anterior esteve na postura competitiva apresentada pelo Vila. “Jogo clássico, o que muda do primeiro jogo para esse? De acordo com as apurações, porque nós competimos e a Série B exige isso”, afirmou.
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No primeiro turno, o Vila perdeu para o Goiás na Serrinha por 1 a 0, mesmo placar do confronto pela 7ª rodada do Goianão, também com triunfo esmeraldino.
Hugo Bravo defende Hayner
Outro assunto abordado pelo dirigente foi a situação do lateral-direito Hayner. O jogador de 30 anos, autor de um dos gols da vitória de ontem, foi alvo de mandados de busca e apreensão como parte da Operação “A Tropa”. O defensor colorado é amigo de outro atleta profissional que também é alvo da mesma investigação. Trata-se do atacante David Corrêa (conhecido como DVD), que atua pelo Vasco da Gama. Hugo afirmou que o camisa 22 do Tigrão transmitiu segurança ao clube ao negar qualquer envolvimento com atividades criminosas e ressaltou que cabe à Justiça apurar os fatos.

“Ele conhecia um investigado, amigo de infância, e eu acho que toda e qualquer pessoa tem ali, no seu ciclo de amizades, um grupo restrito que às vezes você tem ali e às vezes pode ter sido mal interpretado”, declarou.
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Hugo também afirmou confiar no atleta e destacou o comportamento de Hayner dentro do clube. Para ele, o jogador terá direito à defesa e ao contraditório durante o processo. “Ele vai apresentar sua defesa, o contraditório, e aí lá ao final a Justiça se encarrega de, nesse caso, definir a participação dele. Acredito muito nele porque é um cara que sempre foi um cumpridor das suas obrigações”, disse.
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