Ex-BBB Rodrigo Mussi realiza cirurgia no joelho para corrigir sequela de acidente de 2022 em São Paulo

Redação
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Ex-BBB Rodrigo Mussi realiza cirurgia no joelho para corrigir sequela de acidente de 2022 em São Paulo
Rodrigo Mussi

Rodrigo Mussi – Foto: Instagram @rodrigo.mussi

Rodrigo Mussi, ex-participante do Big Brother Brasil 22, passou por uma cirurgia no joelho direito nesta quarta-feira, 8 de outubro de 2025, em São Paulo. O procedimento visa corrigir sequelas de um grave acidente de trânsito ocorrido em março de 2022, na Marginal Pinheiros. A intervenção ocorreu às 9h e durou cerca de uma hora, sob anestesia geral.

O acidente envolveu uma colisão entre o veículo de aplicativo em que Mussi viajava e um caminhão. O motorista do app adormeceu ao volante, causando múltiplas fraturas no passageiro, incluindo na tíbia. Mussi ficou 19 dias em UTI, com parte sedado, e passou por três cirurgias iniciais para estabilizar as lesões.

Desde então, dores persistentes no joelho impediram atividades físicas. Exames recentes identificaram um parafuso da haste intramedular irritando um tendão. O ortopedista responsável, Luiz Gustavo Ribeiro Chaves dos Santos, removeu o componente para aliviar o atrito.

Acidente que mudou a rotina

A colisão aconteceu na madrugada de 24 de março de 2022. Mussi retornava de uma festa quando o impacto lançou o carro contra o veículo pesado. Equipes de resgate atenderam o local em minutos e o transportaram ao Hospital das Clínicas.

Múltiplas lesões afetaram pernas, cabeça e tórax. Uma hemorragia craniana exigiu drenagem imediata. A fratura na tíbia direita demandou haste e parafusos para fixação óssea.

Recuperação inicial incluiu fisioterapia diária. Voz e movimentos regressaram após semanas de exercícios. Em abril de 2022, Mussi recebeu alta, mas sequelas motoras permaneceram.

Detalhes do procedimento atual

O cirurgião ortopedista explicou a técnica usada. A haste na tíbia, instalada em 2022, fixava a fratura diafisária. Um parafuso proximal causava sobressalência, pressionando o tendão pata de ganso ao flexionar o joelho.

  • Remoção seletiva do parafuso irritante;
  • Verificação de integridade tecidual durante a operação;
  • Fechamento com suturas mínimas para cicatrização rápida.

Anestesia geral evitou desconforto intraoperatório. O anestesiologista Rômulo Navajas monitorou sinais vitais em tempo real. Duração curta minimizou riscos associados.

Paciente acordou sem complicações. Alta hospitalar ocorreu no mesmo dia.

Impacto nas atividades diárias

Dores no joelho limitaram corridas e jogos de futebol desde 2022. Mussi, gerente comercial e influenciador, adaptou treinos para evitar esforços na perna direita. Academia focou em membros superiores.

Consultas recentes revelaram a causa mecânica. Exames de imagem confirmaram o atrito do hardware. Decisão pela cirurgia surgiu após avaliação multidisciplinar.

Procedimento promete alívio total. Mobilidade articular deve normalizar em semanas. Retorno gradual a esportes ocorre sob orientação médica.

Explicação médica da sequela

Fraturas diafisárias na tíbia afetam 20% dos traumas veiculares graves, segundo dados ortopédicos. Hastes intramedulares estabilizam 95% dos casos, mas irritações por hardware ocorrem em até 10% dos pacientes.

O parafuso bloqueava rotação óssea inicial. Com consolidação, sua remoção torna-se viável. Tendão afetado controla flexão; pressão crônica gera inflamação.

Técnica minimamente invasiva reduz tempo cirúrgico. Recuperação envolve gelo e elevação por 48 horas. Fisioterapia inicia em 72 horas para fortalecimento.

Recuperação e próximos passos

Mussi expressou expectativa positiva. Objetivo inclui voltar ao tênis e malhação plena. Cronograma prevê avaliação em 15 dias.

  • Repouso relativo por 7 dias;
  • Exercícios leves a partir da segunda semana;
  • Alta performance em 4 a 6 semanas.

Equipe médica acompanha evolução. Monitoramento ambulatorial garante adesão ao plano. Influenciador compartilha atualizações em perfis pessoais.

Histórico de superação física

Trajetória pós-acidente incluiu reabilitação intensiva. De coma a caminhadas curtas em meses. Em 2023, Mussi retomou viagens profissionais.

Lesões residuais afetaram qualidade de vida. Dor ao agachar ou pivotar persistiu. Adaptação incluiu calçados ortopédicos temporários.

Cirurgia atual fecha ciclo de correções. Ortopedista enfatiza importância de exames regulares em traumas antigos. Prevenção evita agravamentos.

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