FC Porto e Benfica entram em campo nesta quarta-feira, 14 de janeiro de 2026, às 20h45, no Estádio do Dragão, em Porto, pelas quartas de final da Taça de Portugal. Os treinadores Francesco Farioli e José Mourinho divulgaram as escalações oficiais horas antes do apito inicial, confirmando apostas em reforços recentes e ajustes táticos para o mata-mata. O confronto coloca frente a frente o líder da Liga Portugal e uma equipe encarnada em busca de recuperação na temporada.
A partida marca o reencontro entre dois dos maiores clubes portugueses em uma fase eliminatória da competição nacional. Com transmissão pela RTP e outras plataformas, o jogo atrai atenção pela rivalidade histórica e pelas implicações para o restante da campanha de ambos os times. O vencedor avança às semifinais e ganha impulso moral importante.
- Principais novidades: Thiago Silva estreia como titular na defesa portista.
- José Mourinho opta por esquema com Pavlidis na frente.
- Árbitro Fábio Veríssimo comanda o duelo, com média de cartões moderada.
Francesco Farioli escalou o FC Porto em 4-3-3, mantendo a base que lidera o campeonato português. Diogo Costa ocupa o gol, protegido pela linha defensiva composta por Martim Fernandes, Thiago Silva, Jan Bednarek e Jakub Kiwior. O meio-campo conta com Viktor Froholdt, Pedro Rosario e Gabriel Veiga, enquanto o ataque tem Pepê, Samu Aghehowa e Borja Sainz.
Thiago Silva, reforço experiente, ganha oportunidade desde o início ao lado de Bednarek na zaga central. A ausência de Nehuén Pérez e Francisco Moura força ajustes na defesa, mas Farioli confia na solidez coletiva que tem sustentado os bons resultados recentes dos dragões.
Escalação do SL Benfica
José Mourinho alinhou o Benfica em 4-2-3-1, priorizando equilíbrio entre defesa e ataque. Anatoliy Trubin defende a baliza, com Alvaro Dedić, António Silva, Tomáš Araújo e Simon Dahl na linha de quatro. Fredrik Aursnes e Renato Ríos formam a dupla de volantes, enquanto Gianluca Prestianni, Leandro Barreiro e Samuel Dahl apoiam o centroavante Vangelis Pavlidis.
A suspensão de Nicolás Otamendi abre espaço para António Silva assumir a braçadeira de capitão na zaga. Mourinho também lida com baixas como Alexander Bah e Bruma, o que exige adaptações no setor defensivo e maior responsabilidade dos meio-campistas na transição.
Jogadores em destaque
Pepê e Vangelis Pavlidis chegam como principais referências ofensivas de suas equipes. O brasileiro do Porto registra números elevados em ataque, técnica e criação, enquanto o grego do Benfica destaca-se pela eficiência na finalização e presença na área. Ambos aparecem como peças decisivas para desequilibrar o clássico.
Outros nomes acompanham de perto o desempenho recente. Gabriel Veiga contribui com visão de jogo no meio portista, e Leandro Barreiro oferece dinâmica no setor encarnado. A batalha no meio-campo deve definir grande parte do ritmo da partida.
- Pepê (Porto): alta nota em ataque (64) e criação (63).
- Pavlidis (Benfica): liderança em finalização (77).
- Veiga e Barreiro: responsáveis pela distribuição e recuperação.
Ausências e banco de opções
Lesões e suspensões impactam diretamente as escolhas dos treinadores. No Porto, Nehuén Pérez, Luuk de Jong e Francisco Moura ficam fora, reduzindo alternativas na defesa e no ataque. O banco conta com Cláudio Ramos, Alan Varela, Stephen Eustáquio e Deniz Gül para eventuais mudanças.
O Benfica enfrenta problemas semelhantes, com Otamendi suspenso e dúvidas sobre António Silva e Enzo Barrenechea. Mourinho tem à disposição Georgiy Sudakov, Andreas Schjelderup e Franjo Ivanović, opções que podem alterar o panorama durante os 90 minutos.
Essas baixas obrigam ambos os técnicos a planejar substituições estratégicas. A profundidade dos elencos será testada ao longo do confronto eliminatório.
Contexto tático do confronto
O FC Porto adota formação 4-3-3 que privilegia posse de bola e transições rápidas pelos flancos. Farioli explora a velocidade de Pepê e Borja Sainz para abrir defesas adversárias, enquanto a solidez defensiva com Thiago Silva visa neutralizar contra-ataques. A equipe chega motivada pela liderança confortável na liga.
Já o Benfica de Mourinho utiliza o 4-2-3-1 para maior compactação no meio e exploração de bolas longas para Pavlidis. A ausência de Otamendi exige atenção redobrada na saída de bola, mas Aursnes e Ríos oferecem equilíbrio essencial. Os encarnados buscam resultado positivo para encurtar distância na tabela.
Histórico recente entre as equipes
Porto e Benfica protagonizaram duelos intensos nos últimos anos pela Taça de Portugal. Os dragões levam vantagem em confrontos eliminatórios no Dragão, onde impõem ritmo forte desde os minutos iniciais. O Benfica, por sua vez, demonstra capacidade de reação em jogos decisivos.
Na temporada atual, o equilíbrio marca os embates diretos. Ambos os times priorizam controle de jogo e eficiência nas finalizações, o que promete partida disputada do primeiro ao último apito.
Arbitragem e detalhes da partida
Fábio José Costa Veríssimo apita o clássico, auxiliado por equipe experiente. O árbitro registra média de 0,38 cartões amarelos e 5,75 no total por jogo, indicando condução equilibrada em duelos de alta tensão. VAR estará disponível para lances capitais.
O Estádio do Dragão recebe capacidade máxima, com torcida portista em maioria absoluta. Condições climáticas em Porto favorecem futebol rápido, sem previsão de chuva intensa na hora do jogo.

