Em pronunciamento em rede nacional na noite deste domingo (8/2), o ministro da Educação, Camilo Santana, fez um balanço para destacar os números de sua gestão à frente do órgão.
Entre as ações citadas pelo ministro está a proibição do uso de celulares nas escolas, implementada há um ano, com a justificativa de que a iniciativa contribuiu para aumentar a concentração dos alunos nas atividades escolares.
Segundo o ministro, como consequência da ação, a conectividade nas escolhas subiu de 45% em 2023 para 70% em 2026, totalizando 96 mil unidades com acesso adequado à internet. Camilo também citou que, desde 2023, o governo entregou mais de 2.250 escolas, creches e quadras esportivas, além de retomar obras paralisadas e iniciar mais de 6 mil novos projetos.
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O ministro também citou o Pé-de-Meia, Enem, os recordes no Sisu, ProUni e Fies, e os investimentos em institutos federais, universidades e hospitais universitários.
No final do pronunciamento, Camilo ressaltou iniciativas voltadas à valorização dos professores, como reajustes salariais enviados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Congresso Nacional em 21 de janeiro. Após negociações, o percentual foi fixado em 5,40%. Com isso, o piso do magistério passa a ser de R$ 5.130,63.
Saída do governo
O ministro avalia se deixará a pasta para retomar o mandato no Senado, para o qual foi eleito em 2022, ou se voltará a disputar o governo estadual do Ceará, cargo que ocupou de 2015 a 2022.


