Sobre o tema envolvendo título internacional, além disso, ser o primeiro. Dessa forma, característica que o jovem goiano Arghaion Matheus, de 17 anos, já carrega no nome. Com isso, ele conquistou o título Pan-Americano de kung fu em Buenos Aires. Nesse sentido, O atleta venceu o representante da República Dominicana na categoria até 52 quilos durante o 15º Campeonato Pan-Americano de Kung Fu, realizado entre os dias 5 e 12 de outubro, na capital argentina.
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Portanto, natural de Goiânia e morador de Senador Canedo, Arghaion integrou a delegação da Seleção Brasileira da Confederação Brasileira de Kung Fu/Wushu (CBKW), que participou da competição internacional ao lado de representantes de diversos países do continente americano. Além disso, o torneio registrou participação recorde de atletas e reuniu competidores de alto nível. Veja o momento da conquista Vale ressaltar que os aspectos relacionados a título internacional continuam sendo acompanhados com atenção.
Em seguida, por telefone ao Mais Goiás Esporte, diretamente da Argentina, o pai e treinador do atleta, Antônio Santos, que também é professor e diretor técnico da Federação de Kung Fu do Estado de Goiás, ressaltou a importância do resultado para a carreira do filho e para o desenvolvimento da modalidade no estado. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de título internacional nos últimos dias.
Contexto e detalhes sobre título internacional
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“É uma conquista muito grande. De acordo com as apurações, A gente tem o compromisso de promover o esporte no estado, e trazer um atleta de 17 anos, na flor da juventude ainda, para uma competição de alto nível, internacional, como é esta, é de grande relevância. Por outro lado, para ele que está iniciando uma carreira, já tem um título sul-americano de 2025, conquistado aqui em Buenos Aires também, e agora com esse segundo título internacional que é um pan-americano. Esse título já serve como um degraus a mais para que ele possa conquistar o sonho de disputar o Mundial”, afirmou.
Vale destacar que O treinador também lembrou que o jovem já havia sido convocado para uma edição do Mundial juvenil, mas não conseguiu participar. A conquista em Buenos Aires representa, portanto, mais um passo na tentativa de alcançar a competição internacional. “Ele já tinha sido convocado para o Mundial juvenil e não conseguiu ir”, completou. Especialistas destacam que novas atualizações sobre título internacional devem surgir em breve.
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Sendo assim, na modalidade de combate, a delegação brasileira encerrou sua participação com 18 medalhas: 15 de ouro, duas de bronze e uma de prata. Além disso, entre os destaques esteve o goiano, que conquistou seu segundo título internacional e fortaleceu a meta de chegar ao Mundial da categoria.
Principais pontos e impactos da decisão
Goiano treina desde os seis anos e tem o pai como inspiração
Dessa forma, A história de Arghaion no kung fu começou ainda na infância, influenciado diretamente pelo pai, que também construiu sua trajetória nas artes marciais. Com isso, O jovem iniciou os treinamentos aos seis anos e, desde então, passou a evoluir na modalidade até alcançar competições nacionais e internacionais. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a título internacional continuam sendo acompanhados com atenção.
“Ele começou a treinar aos 6 anos. Nesse sentido, no ano retrasado já foi campeão brasileiro, foi convocado para a seleção, já veio representar o Brasil no sul-americano, com 16 anos, e agora novamente em um pan-americano”, destacou Antônio Santos.

Portanto, O próprio Arghaion Matheus reconhece que a convivência com o pai foi determinante para despertar o interesse pela luta e transformar a modalidade em um projeto de vida.
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“Minha inspiração sempre veio do meu pai. Ele sempre me inspirou, eu sempre via ele lutando. Desde os 5 anos eu sempre tive essa vontade de também lutar. Como, na época, não podia os menores de idade, de 12 anos para baixo, não podiam lutar, então eu só ia em campeonatos pequenos. Mas após os 12 eu consegui ir à luta, como no meu primeiro brasileiro em 2023 e depois em 2025. Meu sonho está sendo realizado, com muito treinamento dedicação e foco. E o próximo que eu quero realizar é o Mundial”, contou Arghaion.
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O primeiro grande resultado nacional veio com o título brasileiro conquistado em 2024. O desempenho abriu caminho para a convocação à Seleção Brasileira e para as participações em torneios internacionais, consolidando uma trajetória de crescimento mesmo antes de completar a maioridade.
Atleta perdeu nove quilos para competir na Argentina
A preparação para o Pan-Americano exigiu uma rotina intensa de treinamentos e cuidados com a alimentação. Para competir na categoria até 52 quilos, Arghaion precisou perder aproximadamente nove quilos, com acompanhamento nutricional e planejamento específico.
“Ele, com 1,70m, teve que baixar quase que nove quilos para poder representar o Brasil nessa categoria mais baixa, que é a de 52 quilos. Ele faz uma dieta com acompanhamento nutricional, tem todo um trabalho desenvolvido nesse sentido”, explicou Antônio.

O jovem também destacou a intensidade da preparação física antes da competição. “Eu treinava de duas a três vezes por dia, corria bastante, fazia meu treinamento específico. Essa conquista, para mim, foi muito grandiosa. Me ajudou tanto na minha vida como atleta como na minha vida social. Também o psicológico, antes do campeonato, é muito importante”, relatou.
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A preparação mental, segundo o atleta, também teve papel importante para enfrentar um torneio internacional, no qual cada combate exige concentração, estratégia e controle emocional.
Vitória equilibrada e sonho de chegar ao Mundial
Na luta que garantiu o título, Arghaion enfrentou um adversário da República Dominicana em um combate equilibrado. O goiano conseguiu pontuar durante a disputa e chegou perto de um nocaute nos instantes finais, mas o tempo regulamentar terminou antes que a situação fosse concluída.
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“Foi uma luta bem equilibrada, consegui desenvolver bem a luta, pontuar bastante. No final eu quase consegui um nocaute, mas já tinha acabado o tempo, e com a graça de Deus eu consegui trazer a vitória”, afirmou.

No formato de combate explicado pelo atleta, as disputas normalmente são realizadas em dois rounds de dois minutos. Caso haja empate, um terceiro round é disputado. A pontuação varia conforme a região do corpo atingida: golpes no colete valem dois pontos, enquanto os golpes na cabeça e na coxa valem um ponto cada. Ao final, a soma dos pontos determina o vencedor de cada round e o resultado da luta.
Com o título Pan-Americano, Arghaion espera continuar evoluindo para conseguir uma oportunidade no Mundial de 2027, ainda com local indefinido. A seletiva para a competição começa no início do ano que vem.
Nome diferente e planos para o futuro
A trajetória do atleta também é marcada por uma curiosidade: Arghaion é um nome pouco comum no Brasil. Segundo o pai, a escolha aconteceu durante uma viagem pela Europa, quando ainda treinava. O nome tem origem grega e, conforme o significado atribuído pela família, representa “o primeiro”.
Apesar da dedicação ao esporte de alto rendimento, o jovem também se prepara para uma nova etapa fora dos tatames. Ele está concluindo o terceiro ano do Ensino Médio e pretende cursar uma graduação na área de Tecnologia da Informação ou Engenharia.

Ao mesmo tempo, mantém o foco na carreira esportiva e na possibilidade de disputar o Mundial em 2027. Para quem deseja começar no kung fu, o campeão Pan-Americano deixa uma mensagem baseada nos valores que aprendeu com a arte marcial.
“O que eu diria é a persistência e o foco é que o leva. A arte marcial ensina muita coisa boa, tanto para a vida espiritual, social, em tudo ela acrescenta, até nos estudos. A persistência e a disciplina, na arte marcial, ensina as pessoas a continuar e não desistir daquilo que quer”, concluiu.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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