Além disso, natural de Goiânia, a governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), é a favorita na disputa ao Palácio do Buriti, conforme revelam as últimas pesquisas. Dessa forma, bolsonarista, ela é administradora de empresas e advogada, casada e mãe de dois filhos: Bruna e Pedro.
Com isso, eleita vice-governadora do Distrito Federal na chapa de Ibaneis Rocha (MDB) ainda no primeiro turno da eleição de 2022, ela chegou a assumir a gestão em janeiro de 2023 após o afastamento temporário do emedebista devido aos atos golpistas de 8 de Janeiro.
Nesse sentido, À época, ela também reconheceu a vitória do presidente Lula nas urnas. “Sou uma democrata. Portanto, aceitarei sempre os resultados das urnas. A derrota não é o final de uma história; sempre será uma vírgula! O Brasil espera o melhor de nós”, escreveu nas redes sociais.
Contexto e detalhes sobre Palácio do Buriti
Antes de assumir o cargo de vice-governadora, Celina Leão atuou como deputada federal pelo DF, também pelo PP, entre 2019 e 2022. No entanto, ela se licenciou do mandato por sete meses, quando assumiu a Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal, no primeiro mandato de Ibaneis. A governadora, inclusive, atuou na eleição de Arthur Lira (PP) para presidente da Câmara dos Deputados.
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Celina e Ibaneis tiveram uma parceria política estratégica, com cooperação institucional, mas com distanciamento. Quando o emedebista retornou do afastamento, parecia que a relação seguia harmônica.
O ex-governador, contudo, enfrentou episódios de desgastes, principalmente em relação às negociações entre o BRB e o Banco Master. Seu plano, quando deixou o mandato, era concorrer ao Senado. Porém, em julho, ele confirmou que não concorreria ao cargo.
“Após muita reflexão, decidi não seguir com a pré-candidatura ao Senado Federal. Mas quero deixar algo muito claro: isso não significa desistir do Distrito Federal, lugar onde nasci e amo muito. […] O que faço agora é um recálculo de rota, pensando no meu bem-estar, nos meus filhos e nos que dependem de mim, nos meus negócios, na minha saúde e em tudo o que construí ao longo desses anos”, disse.
Quando estava prestes a assumir o governo de forma definitiva, em março deste ano, Celina passou a criticar a gestão do colega, sobretudo, em relação à saúde pública, a crise do BRB.
Em maio, o emedebista publicou um vídeo em que sinalizou um rompimento político, mas apagou após Leão rebater. Celina, inclusive, começou a declarar apoio a outras candidatas ao Senado: a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e a deputada federal Bia Kicis (PL).
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