Sobre o tema envolvendo Goiânia ao Alasca, além disso, um encontro inesperado durante uma viagem a Machu Picchu, em janeiro de 2017, no Peru, fez nascer um sonho que anos depois levou um casal de Goiânia a cruzar o continente americano de motorhome. Dessa forma, débora Lemos, de 63 anos, professora de microbiologia da PUC Goiás, e Marcos Venício, de 68, microempresário do ramo de máquinas de costura, transformaram o desejo em realidade e já percorreram cerca de 73 mil quilômetros nesta viagem.
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Com isso, durante a passagem pelo Peru, Débora e Marcos conheceram Cátia e Adriano, que haviam saído de Belo Horizonte de carro com destino ao Canadá. Nesse sentido, O casal tinha um motorhome e compartilhava experiências das viagens, o que despertou em Débora e Marcos a vontade de também fazer longos trajetos a bordo de um veículo desse tipo. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Goiânia ao Alasca continuam sendo acompanhados com atenção.
Portanto, A ideia também ganhou força por influência de uma amiga de Débora, que já tinha um motorhome e compartilhava com ela as experiências das viagens. Em seguida, A partir dessas referências, os dois começaram a planejar a própria aventura e decidiram que o destino seria o Alasca. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Goiânia ao Alasca nos últimos dias.
Contexto e detalhes sobre Goiânia ao Alasca
De acordo com as apurações, O veículo que tornou o projeto possível também foi preparado pelo próprio casal. Por outro lado, A Renault Master foi transformada em motorhome praticamente por Marcos, com a ajuda de Débora e dos filhos. Vale destacar que poucas etapas foram terceirizadas, enquanto a maior parte do trabalho de adaptação ficou por conta dele. Especialistas destacam que novas atualizações sobre Goiânia ao Alasca devem surgir em breve.
Sendo assim, antes de iniciar a grande viagem pelo continente, Débora e Marcos já haviam testado o motorhome em trajetos mais longos. Além disso, em janeiro de 2023, os dois viajaram até o Chuí, no extremo sul do Brasil. Dessa forma, A experiência ajudou a fortalecer o projeto de seguir cada vez mais longe pela estrada. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Goiânia ao Alasca continuam sendo acompanhados com atenção.
De Goiânia ao Alasca
Com isso, A viagem foi dividida em etapas. No caminho, o casal passou por diferentes países da América Latina até chegar aos Estados Unidos, Canadá e, finalmente, ao Alasca. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Goiânia ao Alasca nos últimos dias.
Principais pontos e impactos da decisão
Nesse sentido, em Cartagena, na Colômbia, o motorhome foi colocado em um contêiner com destino ao Panamá, enquanto Débora e Marcos fizeram o trecho de avião. Portanto, depois, eles retomaram a viagem por terra pela América Central.

Em seguida, O trajeto seguiu por países como Guatemala e México até chegar aos Estados Unidos e ao Canadá. De acordo com as apurações, em 17 de novembro de 2025, o casal deixou Toronto e voltou ao Brasil de avião. Por outro lado, O motorhome ficou na casa de um sobrinho, na cidade canadense.
Vale destacar que débora e Marcos permaneceram no Brasil até abril de 2026. Sendo assim, depois, voltaram a Toronto, pegaram o motorhome e retomaram a viagem.
Além disso, A partir dali, eles passaram pelo Colorado e Utah, percorreram a costa oeste dos Estados Unidos e estiveram em cidades da Califórnia, como San Francisco, Los Angeles e San Diego. Dessa forma, depois, entraram novamente no México pela região de Tijuana.
Com isso, O casal permaneceu cerca de um mês no país e passou por Baja California, Guadalajara, Cidade do México, Guanajuato, Puebla e Oaxaca. Nesse sentido, na sequência, seguiram para Belize e agora estão entrando em Honduras, no caminho de volta para o Brasil.
Portanto, A previsão é chegar ao país em dezembro de 2026. Em seguida, ao todo, o motorhome já percorreu cerca de 73 mil quilômetros durante a viagem atual e soma aproximadamente 118 mil quilômetros rodados.
Para-brisa quebrado virou um dos maiores perrengues
Apesar dos mais de 73 mil quilômetros percorridos nesta etapa da viagem, o motorhome, uma Renault Master, não apresentou problemas mecânicos graves. O maior transtorno envolvendo o veículo aconteceu quando uma pedra atingiu o para-brisa durante a entrada nos Estados Unidos.
O impacto chegou a perfurar o vidro. Uma película instalada no para-brisa ajudou a evitar que ele vazasse e manteve a visibilidade do motorista. O problema, porém, não era simples de resolver: a Renault não comercializa o modelo nos Estados Unidos e no Canadá, o que dificultou encontrar uma peça de reposição.
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O casal permaneceu cerca de 20 dias em Orlando tentando solucionar o problema.
“Foi um pânico total porque não tinha um vidro lá para colocar. No Canadá também não ia ter porque não tem Renault”, contou Débora.
Mesmo sem conseguir fazer a troca, eles decidiram seguir viagem. No caminho, outra pedra atingiu o para-brisa, mas o dano não comprometeu a visão de Marcos.
A substituição só foi possível recentemente, na Guatemala. O casal encontrou uma unidade compatível em uma agência e pagou aproximadamente R$ 3,4 mil pelo serviço. No Brasil, segundo Débora, o mesmo vidro custaria cerca de R$ 900.
Outro momento de tensão aconteceu na Bolívia. O motorhome utiliza diesel S10, mas o casal encontrou dificuldades para abastecer durante uma crise de combustível que provocou longas filas nos postos.
Sem saber se poderia utilizar o combustível disponível, Débora e Marcos entraram em contato com a Renault, em Goiânia. A orientação inicial foi para que não abastecessem com aquele combustível e até considerassem interromper a viagem.
Marcos, então, procurou um mecânico de Goiânia especializado em bombas injetoras. O profissional orientou o casal a abastecer o motorhome com diesel S500, já que era o combustível disponível na Bolívia, e fazer a troca para o S50 quando chegassem ao Peru. Eles seguiram a orientação e não tiveram problemas mecânicos relacionados ao combustível.
O veículo já soma cerca de 118 mil quilômetros rodados ao todo. Desse total, aproximadamente 73 mil foram percorridos na viagem atual. Antes dela, o casal já havia utilizado a Renault Master em outras aventuras, inclusive em uma viagem até Ushuaia, no extremo sul da Argentina.
Medo do México ficou para trás
Além dos desafios com o motorhome, a viagem também colocou o casal diante de situações que inicialmente causaram preocupação. Antes de entrar no México, Débora ouviu diversos relatos sobre roubos e extorsões e admite que chegou ao país com medo.
A realidade encontrada por eles, entretanto, foi diferente. Durante cerca de 30 dias, os dois circularam por cidades mexicanas e dormiram dentro do motorhome em ruas, praças e parques. Segundo Débora, não enfrentaram nenhum episódio de assalto ou extorsão.
“Quando a gente falava que ia para o México, as pessoas nos colocavam tanto medo que eu entrei no México quase com pânico. De medo de ser assaltada, de medo de extorsão, de medo”, relatou.
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Em uma passagem pela Cidade do México, a experiência chegou a ser positiva. O casal precisava de uma autorização para circular com o veículo, mas encontrou dificuldades para realizar o procedimento porque o telefone brasileiro não conseguia fazer a operação.
Um policial que estava no local ajudou os dois durante toda a manhã. Ele realizou o procedimento, imprimiu o documento e entregou a autorização ao casal.
“Um guarda ficou conosco a manhã inteirinha. Ele fez, imprimiu, entregou o papel. Então, assim, fomos bem acolhidos”, contou Débora.
Na Colômbia, o casal também passou por uma situação de tensão. Ao chegar a uma cidade próxima à fronteira, Débora conversou com um policial, que alertou que a região era perigosa. Diante do aviso, os dois procuraram outro local para passar a noite. Encontraram um ponto onde puderam estacionar o motorhome e seguiram viagem na manhã seguinte, sem enfrentar problemas.
Chegada ao Alasca realizou sonho antigo
Alcançar o Alasca era mais do que cumprir uma etapa do roteiro. Para o casal, o destino representava a concretização do sonho que havia começado anos antes, ainda durante a viagem a Machu Picchu.
Depois de conhecer Ushuaia, no extremo sul da América do Sul, Débora e Marcos passaram a imaginar como seria chegar ao outro extremo do continente. O Alasca se tornou, então, o grande objetivo.
“Chegar no Alasca foi realmente a realização de um sonho. Foi um marco importante na nossa vida”, afirmou Débora.
A conquista aconteceu durante uma fase especial da vida do casal. Quando a viagem começou, os dois estavam completando 37 anos de casamento. Atualmente, são 38 anos juntos.

Para Débora, além dos lugares conhecidos, os encontros pelo caminho também deram significado à aventura. No Alasca, um morador local descobriu que os dois eram brasileiros e os convidou para conhecer sua casa, onde ofereceu um salmão pescado por ele.
Em outro momento, brasileiros que estavam na região reconheceram o motorhome e pararam para conversar com o casal. Entre eles havia pessoas de Trindade, em Goiás, e de São Paulo.
As experiências também mudaram a forma como Débora e Marcos enxergam os países por onde passaram. Para eles, conhecer pequenas cidades e regiões fora dos principais pontos turísticos permitiu perceber aspectos da cultura e da rotina local que normalmente não aparecem em viagens convencionais.
Próximas viagens já estão nos planos
Depois de chegar ao Alasca, o casal iniciou o retorno pela América Central e pretende chegar ao Brasil em dezembro.
Para as próximas viagens, Débora e Marcos planejam voltar aos Estados Unidos e comprar um motorhome por lá. A ideia é conhecer outras regiões do país, vender o veículo e, depois, seguir para a Europa. Dessa forma, eles evitariam o custo de transportar o mesmo veículo entre os continentes.
Segundo Débora, o envio de um motorhome entre Brasil e Estados Unidos pode custar cerca de R$ 15 mil por trecho.
Antes de retomar a estrada, porém, ela pretende voltar à rotina como professora da PUC Goiás no próximo ano. Depois da pausa, os dois querem novamente colocar o pé na estrada.
“A gente não vai parar”, afirmou Débora.
Casal compartilha rotina da viagem no Instagram
Além dos relatos feitos durante a viagem, Débora e Marcos também registram a rotina na estrada no perfil @viagensmagnificas62, no Instagram. Por lá, o casal publica imagens dos lugares visitados, dos trajetos percorridos e das experiências vividas ao longo da jornada.
Quem quiser acompanhar os próximos passos da viagem pode acessar o perfil e conferir os registros até o retorno dos dois a Goiânia.
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