Sobre o tema envolvendo Superliga 202627, Tiffany: Reprodução/Osasco Vôlei
Além disso, O presidente da Confederação Brasileira de Voleibol, Radamés Lattari, declarou que a entidade agiu com coerência ao adotar as regras de elegibilidade estabelecidas pelo Comitê Olímpico Internacional para competições oficiais. Dessa forma, A medida coloca em xeque a continuidade da atacante Tiffany no vôlei nacional e inviabiliza a inscrição da atleta na edição 2026/27 da Superliga. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Superliga 202627 continuam sendo acompanhados com atenção.
Superliga 202627: Alinhamento aos critérios do Comitê Olímpico Internacional
Com isso, lattari afirmou que a confederação sempre acompanhou as determinações internacionais voltadas à participação de competidoras trans.
“Sempre é difícil ter unanimidade porque é um assunto difícil, mas acho que, dentro desse cenário, a CBV foi super coerente”, disse o dirigente. Nesse sentido, ele relembrou que compareceu à Comissão de Esporte na Câmara dos Deputados para explicar a postura técnica adotada anteriormente no país. Portanto, A diretriz anterior permitia a atuação mediante controle de taxa hormonal.
Mudança nas normas exige teste genético
O Comitê Olímpico Internacional publicou em março uma nova diretriz de elegibilidade que passou a exigir a comprovação do sexo biológico das atletas por meio do teste do gene SRY, marcador genético associado ao cromossomo Y que determina a formação biológica masculina. Com isso, os parâmetros médicos que autorizavam a presença de esportistas trans a partir da redução dos níveis hormonais perderam a validade dentro das diretrizes mundiais.
“Agora, o COI disse que não pode mais continuar desse jeito”, afirmou Radamés Lattari ao defender a busca por igualdade nas disputas.
Repercussão entre jogadoras do vôlei nacional
Atletas profissionais manifestaram discordância quanto ao veto imposto pela Confederação Brasileira de Voleibol. Nomes como Gabi, Roberta e Rosamaria criticaram publicamente a postura da federação esportiva e apontaram falta de empatia com a colega de profissão.
Situação atual de Tiffany nas quadras
Tiffany disputa o Campeonato Paulista. O torneio estadual já estava em andamento quando a nova determinação federativa entrou em vigor. A restrição afeta diretamente o planejamento esportivo da atleta para a Superliga 2026/27.
O cenário esportivo da jogadora apresenta os seguintes pontos:
- A atacante tem 41 anos de idade.
- O torneio estadual liberou a atuação da jogadora por ter iniciado antes da resolução.
- O veto oficial atinge a inscrição da atleta para o ciclo da Superliga 2026/27.
Posicionamento institucional sobre a inclusão
O dirigente declarou lamentar o impacto da regra sobre a carreira de Tiffany, mas sustentou que a prioridade institucional reside na manutenção da equidade esportiva. “A CBV respeita e luta pela inclusão na parte social, mas, na competição, a CBV vai lutar sempre para que exista o máximo de justiça”, declarou Lattari.
A decisão segue o modelo técnico adotado pelo Comitê Olímpico Internacional em suas federações filiadas.

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