Caso Master: PF pede a Mendonça mais prazo para concluir inquérito

Redação
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Caso Master: PF pede a Mendonça mais prazo para concluir inquérito

Rovena Rosa/Agência Brasil

Imagem da sede do Banco Master, liquidado pelo Banco Central (BC) - Metrópoles
1 de 1 Imagem da sede do Banco Master, liquidado pelo Banco Central (BC) – Metrópoles – Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

A Polícia Federal pediu ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), mais tempo para concluir o inquérito do Banco Master. O prazo de 60 dias, estabelecido pelo relator anterior, ministro Dias Toffoli, terminou na segunda-feira (16/3).

O pedido foi enviado na terça-feira (17/3) e aguarda análise do relator. A PF argumentou sobre a complexidade do caso, o alto volume de documentos apreendidos e a necessidade de análises técnicas aprofundadas.

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Desde que assumiu a relatoria, em 12 de fevereiro, Mendonça fez reuniões com os investigadores para analisar novo relatório do caso com as atualizações da apuração e os inquéritos correlatos.

O relator deve atender o pedido da corporação. A solicitação de extensão do prazo aponta que a investigação ainda está em andamento e demanda novas diligências antes de uma eventual conclusão dos investigadores.

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Ministro André Mendonça é relator do inquérito sobre fraudes no INSS

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Ministro André Mendonça é relator do inquérito sobre fraudes no INSS

Gustavo Moreno/STF

André Mendonça, ministro do STF

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André Mendonça, ministro do STF

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Toffoli e André Mendonça

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Toffoli e André Mendonça

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O ministro André Mendonça, do STF

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O ministro André Mendonça, do STF

Hugo Barreto/Metrópoles

Novos elementos

Para essa nova prorrogação, a PF alega que o excesso de materialidade recolhida principalmente nos celulares de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Os investigadores querem realizar outras inquirições e demais diligências necessárias para elucidar os fatos.

Em 4 de fevereiro, André Mendonça ordenou a prisão de Daniel Vorcaro e de outras três pessoas suspeitas de integrarem uma “milícia privada”. O grupo articulava ameaças e intimidação a desafetos do banqueiro.

As prisões foram um desdobramento da terceira fase da Operação Compliance Zero, na qual a PF investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo a venda de títulos de crédito falsos pelo Master.

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