Sobre o tema envolvendo ‘Cãodomínio’, além disso, oito cães adultos que viviam nas ruas encontraram abrigo em uma praça do Setor Buena Vista, em Goiânia, onde ganharam casinhas, água e alimentação diária. Dessa forma, O espaço, batizado de “Cãodomínio”, foi criado por protetoras independentes e moradores para afastar os animais dos riscos das ruas, onde alguns já haviam sido atropelados. Agora, o grupo busca padrinhos e doações para manter os cuidados com os cachorros, além de famílias interessadas em adotá-los.
Com isso, A iniciativa surgiu depois que as voluntárias perceberam que os cães corriam perigo em uma avenida movimentada da região. Nesse sentido, além dos riscos do trânsito, os animais enfrentavam a rejeição de algumas pessoas. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a ‘Cãodomínio’ continuam sendo acompanhados com atenção.
“A gente achava muito perigoso porque diversas vezes alguns eram atropelados, ou chegavam a morrer. Portanto, algumas pessoas também não aceitavam dar comida para os cachorrinhos de rua, porque falavam que eles ficavam lá, e alguns até ameaçavam bater ou envenenar”, contou Ana Alice Freitas, de 28 anos, ao Mais Goiás. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de ‘Cãodomínio’ nos últimos dias.
Em seguida, para oferecer um lugar mais seguro aos animais, as protetoras começaram a montar abrigos na praça. De acordo com as apurações, as casinhas foram feitas com materiais reaproveitados, encontrados nas ruas ou doados por moradores. Atualmente, o espaço tem cerca de três ou quatro estruturas para os oito cães, todos adultos e castrados. Especialistas destacam que novas atualizações sobre ‘Cãodomínio’ devem surgir em breve.
- Companheiro inseparável: cachorro acompanha tutor do resgate à alta médica em Rio Verde
- O cachorro que cantava com Miles Davis
O cuidado é dividido entre Ana Alice, a mãe dela, outras duas protetoras e uma vizinha que mora em frente à praça. A alimentação é organizada ao longo do dia, enquanto a vizinha fica responsável pelo jantar. As voluntárias também repõem a água diariamente e fornecem medicamentos quando necessário. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a ‘Cãodomínio’ continuam sendo acompanhados com atenção.
A mudança para a praça foi bem recebida pela maioria dos moradores, segundo Ana Alice, embora algumas pessoas ainda reclamem dos latidos. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de ‘Cãodomínio’ nos últimos dias.
‘Cãodomínio’: Doações ajudam a manter os cuidados
Com os gastos da alimentação pesando no orçamento das responsáveis, o grupo iniciou uma campanha para conseguir padrinhos que contribuam mensalmente com o projeto. A meta inicial é arrecadar R$ 700 por mês para ajudar a comprar ração para os oito cães. Também são aceitas doações de alimento. Especialistas destacam que novas atualizações sobre ‘Cãodomínio’ devem surgir em breve.
As protetoras criaram um perfil no Instagram, chamado Projeto Cãodomínio, para compartilhar a rotina dos animais, mostrar as melhorias nas casinhas e divulgar como as contribuições são utilizadas.
Quem não puder contribuir financeiramente também pode ajudar divulgando o projeto ou buscando uma família interessada em adotar um dos cães. Como todos são adultos, Ana Alice ressalta que a adaptação a uma nova casa pode exigir paciência e compreensão dos novos tutores.
“Eles precisam de uma paciência maior, porque já são cheios de manias. Eu falo que eles já são cheios de personalidade, tal qual a gente, pessoas adultas”, afirmou.
Como ajudar?
Quem quiser contribuir pode fazer uma doação pela vaquinha on-line do Cãodomínio. O grupo também recebe ração e procura pessoas dispostas a apadrinhar ou adotar os animais.
Leia mais:
- Tutora procura por cadela cega desaparecida no Setor Bueno, em Goiânia
- Cachorro ajuda crianças a atravessar a rua, na Georgia; veja o vídeo
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
Veja também: Médico-legista faz manobra de emergência para socorrer recém-nascida engasgada em Anápolis



