Foto: Mais de 100 bolsas de luxo da Serpui, avaliadas em R$ 260 mil, foram recuperadas pela polícia – Foto: Reprodução/Polícia Civil de SP
Além disso, A Polícia Civil de São Paulo conseguiu recuperar, em 13 de agosto de 2026, um lote de 113 bolsas de luxo da marca brasileira Serpui, avaliadas em cerca de R$ 260 mil. Dessa forma, A ação levou à prisão em flagrante de uma mulher por receptação na zona Leste da capital. Com isso, A Serpui é uma grife reconhecida por ser usada por celebridades, como a cantora Anitta, e as peças apreendidas faziam parte de um furto de grande escala ocorrido no ano anterior. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a luxo da Serpui continuam sendo acompanhados com atenção.
Luxo da Serpui: Descoberta de artigos de luxo e a prisão em São Paulo
Nesse sentido, as 113 bolsas foram encontradas dentro de uma residência no bairro Lajeado, em São Paulo, cuidadosamente embaladas e ainda com as etiquetas da grife. Portanto, A prisão de Jéssica de Joani Ribeiro, de 34 anos, aconteceu durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão. Em seguida, esses mandados foram expedidos pela Justiça de Guarulhos, na região metropolitana, e estavam relacionados a uma investigação mais abrangente sobre um outro furto, ocorrido no aeroporto da mesma cidade em junho de 2026. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de luxo da Serpui nos últimos dias.
Investigação conecta furto de grife e roubo em aeroporto
De acordo com as apurações, A operação policial, conduzida pela 3ª Delegacia Especializada em Atendimento ao Turista (Deatur) no Aeroporto de Guarulhos, revelou a conexão entre os casos. Por outro lado, thiago de Joani Fernandes, de 35 anos, marido de Jéssica, era investigado no furto do aeroporto, após ser identificado por imagens de câmeras de segurança. Vale destacar que durante a ação em Lajeado, ele conseguiu escapar pelos fundos da casa, sendo agora procurado pelas autoridades. Sendo assim, no imóvel, a polícia apreendeu, além das bolsas, sete telefones celulares e a quantia de R$ 8.015 em dinheiro, nenhum com comprovação de origem lícita.
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Cronologia de um furto milionário de bolsas de luxo
O furto original das mercadorias da grife Serpui ocorreu em 5 de setembro de 2025. Na ocasião, uma carga que incluía 844 bolsas e seis pares de sapatos da marca, com valor total estimado em R$ 1.987.424, foi subtraída. A empresa Serpui havia contratado um serviço de entrega por aplicativo para transportar as mercadorias de um estabelecimento na Alameda Jaú, nos Jardins, para um depósito. A apuração do 78º Distrito Policial (DP), localizado nos Jardins, revelou que o veículo utilizado pelo motorista para levar a carga estava com a placa clonada.
Leia mais
- 5 de setembro de 2025: Ocorre o furto inicial da carga de 844 bolsas e seis pares de sapatos da Serpui, avaliada em quase R$ 2 milhões.
- Junho de 2026: Um furto é registrado no aeroporto de Guarulhos, dando início à investigação que levaria à prisão.
- 13 de agosto de 2026: Jéssica de Joani Ribeiro é presa em Lajeado e 113 bolsas da Serpui são recuperadas.
Um representante da Serpui esteve na delegacia em Guarulhos e reconheceu as mais de 100 bolsas encontradas na casa de Jéssica como parte da carga furtada no ano anterior.
O que ainda não se sabe sobre a carga roubada da Serpui
Apesar da recuperação de parte dos itens, a polícia continua empenhada na busca pelas 731 bolsas restantes e pelos seis pares de sapatos que foram levados em 2025. O destino dessas outras peças e a identificação de possíveis receptadores e outros envolvidos permanecem como prioridade na investigação. As autoridades também não divulgaram detalhes sobre o que especificamente foi furtado no aeroporto de Guarulhos, mantendo essa informação sob sigilo para não comprometer o avanço do inquérito.
Posicionamento da Serpui e continuidade das apurações
Por meio de seus advogados Jean Duarte e Thiago Castanho, a empresa Serpui divulgou uma nota. No comunicado, a grife afirmou que a carga subtraída era composta por mais de 800 bolsas e representou um prejuízo de grandes proporções, impactando diretamente suas atividades. A empresa expressou gratidão pelo trabalho da Polícia Civil na localização parcial das mercadorias, mas enfatizou que a maior parte da carga ainda está desaparecida.
A Serpui se comprometeu a continuar colaborando com as autoridades, na expectativa de que as investigações progridam para a localização do restante dos itens e a responsabilização de todos os envolvidos no esquema. Jéssica de Joani Ribeiro não possuía antecedentes criminais, enquanto seu marido, Thiago, já havia sido investigado por outros crimes contra o patrimônio. A defesa dos envolvidos não foi localizada para comentar o assunto.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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