Durante uma conferência de rotina em uma agência do Banco do Brasil, em Bom Jesus de Goiás, funcionários perceberam que um dos compartimentos do cofre não podia ser aberto. O problema foi resolvido apenas na tarde de segunda-feira (20), quando um técnico credenciado conseguiu acessar o espaço e encontrou o local completamente vazio. A situação levou à descoberta de um possível furto de aproximadamente R$ 2 milhões, agora investigado pela Polícia Civil e pela própria instituição.
A suspeita surgiu no dia 15 de julho, durante a fiscalização interna. No dia seguinte, o funcionário responsável pela tesouraria não compareceu ao trabalho. Diante da ausência e da dificuldade para acessar o compartimento, a gerência acionou a Superintendência Regional do Banco do Brasil e o setor de segurança da instituição.
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O valor exato do possível prejuízo ainda não foi confirmado. A estimativa inicial de aproximadamente R$ 2 milhões deverá ser revisada após a conclusão das auditorias internas e dos levantamentos periciais realizados pelo banco.
A instituição também abriu procedimentos administrativos para esclarecer as circunstâncias do caso. Auditorias contábeis e administrativas devem apontar quando o dinheiro desapareceu, além de verificar se houve falhas nos procedimentos de segurança ou participação de pessoas que tinham acesso ao cofre.
A Polícia Civil de Goiás também foi comunicada e conduz a investigação criminal. Entre as medidas adotadas estão a análise dos registros internos da agência, das imagens do circuito de monitoramento e a oitiva de funcionários da unidade.
Até o momento, não há informações sobre prisões ou indiciamentos. O caso é investigado sob sigilo para preservar a coleta de provas e não comprometer as diligências em andamento.
Em nota ao Mais Goiás, o Banco do Brasil informou que colabora integralmente com as autoridades responsáveis pela investigação e que, em razão do sigilo, não comenta detalhes da ocorrência, valores ou hipóteses apuradas. A instituição afirmou que identificou irregularidades em apuração interna e comunicou o caso às autoridades competentes.
Leia na íntegra a nota do Banco do Brasil:
“O Banco colabora integralmente com as autoridades responsáveis pela investigação do caso. Em razão do sigilo e para não prejudicar o trabalho investigativo em andamento, o BB não comenta detalhes da ocorrência, nem informações relacionadas a valores ou hipóteses apuradas.
O BB informa também que as investigações foram iniciadas a partir de apuração interna que identificou irregularidades, as quais foram imediatamente comunicadas às autoridades competentes.
O BB possui processos e controles estabelecidos para monitoramento, prevenção e apuração de fraudes contra a instituição e adotou todas as providências cabíveis no âmbito de sua atuação.“
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