Robert Richens confessou o assassinato de Rachael Vaughan
Imagem: Polícia do Vale do Tâmisa
Um homem condenado por matar a ex-namorada no Reino Unido chamou atenção por uma declaração feita após ser preso. Robert Richens, de 35 anos, afirmou que “sentiria falta de GTA” ao comentar sobre a possibilidade de passar anos atrás das grades.
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O crime aconteceu em 30 de maio do ano passado, em Abingdon, Oxfordshire. Às 6h26 da manhã, Richens ligou para o número de emergência 999 e confessou o homicídio. Na gravação exibida no tribunal, ele afirmou: “Você não vai acreditar nisso. Acho que matei alguém sem querer”. Em seguida, declarou que não teve intenção de matar a vítima.
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A mulher, Rachael Vaughan, de 40 anos, foi encontrada em casa e chegou a receber atendimento dos serviços de emergência, mas não resistiu. Segundo a polícia do Vale do Tâmisa, Richens não tentou buscar ajuda médica após o ataque e só entrou em contato com as autoridades quando “não tinha mais para onde ir”.
Comentário sobre GTA durante a prisão
Após ser detido em sua residência, em Oxford, Richens comentou que sentiria falta de jogar a nova versão de Grand Theft Auto (GTA6). Um policial teria dito que ele ainda tinha “muito tempo” até o lançamento do jogo, previsto para novembro, mas o réu respondeu que provavelmente seria condenado à prisão perpétua.
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Durante o julgamento no Tribunal da Coroa de Oxford, a gravação da ligação de emergência foi reproduzida. Em outro trecho, ele disse ter feito “algo bastante sério” e demonstrou vergonha pelo que aconteceu.

Richens se declarou culpado de homicídio em 12 de dezembro. Ao final da audiência, foi condenado à prisão perpétua, com cumprimento mínimo de 16 anos e um mês antes de poder solicitar liberdade condicional.
O investigador responsável pelo caso, Detetive-Chefe Inspetor Stuart May, afirmou que Rachael foi morta “exatamente no lugar onde deveria se sentir mais segura: sua própria casa”. Ele classificou as ações do réu como “desumanas” e destacou que a sentença representa a responsabilização pelos atos cometidos.
“Meus pensamentos estão com a família de Rachael Vaughan e com todos que a amavam, enquanto continuam a enfrentar essa perda inimaginável”, declarou o investigador.
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