Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
Política

Análise: Issy é um dos favoritos na Alego, mas disputa pela presidência ainda está longe de terminar

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Análise: Issy é um dos favoritos na Alego, mas disputa pela presidência ainda está longe de terminar

Sobre o tema envolvendo Análise, além disso, O deputado estadual Issy Quinan (MDB) é um dos favoritos à presidência da Assembleia Legislativa de Goiás para o biênio 2027–2028. Dessa forma, faltam quase quatro meses para a nova legislatura. Com isso, os concorrentes têm tempo para buscar votos e negociar apoio a outro nome.

Nesse sentido, virmondes Cruvinel (União Brasil),l também é um forte concorrente. Portanto, os outros são Wilde Cambão (União Brasil), Jamil Calife (PP) e Lissauer Vieira (PL) estão entre os possíveis candidatos. Em seguida, paulo Cezar Martins (MDB), reeleito para o sétimo mandato consecutivo, anunciou disposição de concorrer. De acordo com as apurações, cairo Salim (MDB) e Paulo do Vale (PSD) também são cotados. Por outro lado, muitos entram para negociar cargos. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Análise continuam sendo acompanhados com atenção.

Vale destacar que atual primeiro vice-presidente, Issy pertence ao partido do governador Daniel Vilela e trabalha pela presidência há pelo menos dois anos. Publicamente, diz que ainda não iniciou as tratativas e defende chapa única. Ao Jornal Opção, reconheceu que Daniel poderá ser decisivo na escolha. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Análise nos últimos dias.

Bruno Peixoto deixará a Assembleia para assumir uma cadeira na Câmara dos Deputados, mas é o presidente atual, reeleito, participou dos acordos da atual Mesa e deve continuar nas conversas. Caiado também tem vínculos com deputados que integraram a base. Se os três apoiarem o mesmo nome, os demais pretendentes terão mais dificuldade para reunir votos. Especialistas destacam que novas atualizações sobre Análise devem surgir em breve.

Pela divisão inicial entre governo e oposição, a bancada oposicionista terá 14 deputados: cinco do PL, quatro do PT, dois do Novo, dois do PSDB e um do Cidadania. Essa composição pode mudar até a posse, e não há compromisso de voto conjunto para a Mesa.

Apoiar um candidato à presidência não significa aderir ao governo. Bruno venceu em chapa única e por unanimidade em 2023 e voltou a receber o apoio de todos os presentes em outubro de 2024. A Mesa de 2025–2026 incluiu Bia de Lima (PT) na terceira vice-presidência, sem que o partido deixasse a oposição.

Segundo levantamento da Assembleia, 19 dos 41 eleitos não integram a formação atual. Entre eles estão estreantes e políticos que retornam, como Lissauer, que já presidiu a Casa. 

Os candidatos precisarão negociar também com esse grupo, que representa quase metade dos votos.

As duas últimas eleições mostram que há espaço para uma chapa de consenso. Para repetir o acordo, os pretendentes terão de negociar, além da presidência, a distribuição dos demais cargos da Mesa e dos postos nas comissões.

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Redação Foco Goiás