Andressa Anholete/Agência Senado

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), acionou a Advocacia do Senado para elaborar um parecer jurídico antes de decidir sobre a prorrogação dos trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga as fraudes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
O movimento ocorreu antes ainda da notificação formal do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a prorrogação do colegiado, na noite dessa segunda-feira (23/3).
Segundo interlocutores da Casa Alta, Alcolumbre recebeu a notícia com surpresa e teria ficado irritado. Aproveitou para tecer críticas ao magistrado.
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“Que a Mesa Diretora e a Presidência do Congresso Nacional, autoridades apontadas como coatoras, adotem todas as providências necessárias para, no prazo de 48 horas, receber, via sistema interno, o requerimento (CD 251189898400) e promover, nesse mesmo prazo de 48 horas, a leitura desse mesmo requerimento (CD 251189898400) que visa prorrogar a duração da “CPMI do INSS”, de acordo com os seus próprios termos”, diz um trecho da decisão de Mendonça.
O ministro determinou ainda que a prorrogação da CPMI siga o prazo definido por pelo menos um terço da minoria parlamentar, respeitando o limite máximo da legislatura estabelecido pelo regimento.
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