Alana Cabral – Foto: @alanacabral.oficial
A atriz Alana Cabral, de 18 anos, inicia nesta segunda-feira (20) seu maior desafio profissional ao assumir o protagonismo na novela Três Graças, da Globo, no horário das nove. A trama, escrita por Aguinaldo Silva e dirigida por Luiz Henrique Rios, estreia em São Paulo com foco em três gerações de mulheres da família Maria das Graças. Enquanto interpreta Joélly, a neta de Dira Paes e filha de Sophie Charlotte, Alana concilia as demandas das filmagens com a preparação para o vestibular.
A rotina da jovem reflete o equilíbrio entre arte e educação em um ano decisivo. Gravações longas nas ruas da capital paulista exigem dedicação total, mas ela mantém os estudos como prioridade. A estreia marca o retorno de Aguinaldo Silva ao horário nobre após anos de ausência.
- Principais coadjuvantes incluem Murilo Benício como vilão Santiago Ferretti.
- Elenco conta com nomes como Romulo Estrela e Alanis Guillen em papéis de apoio.
- A novela aborda temas como maternidade precoce na periferia fictícia de Chacrinha.
Desafios da rotina dividida
Alana descreve as gravações como cenas densas que demandam concentração imediata. Cerca de 12 horas diárias no set contrastam com sessões noturnas de revisão de matérias para o Enem.
O apoio familiar surge como elemento chave nessa fase. A mãe e os irmãos ajudam na organização de horários, permitindo pausas para leituras e simulados.
Preparação para o papel de Joélly
A personagem Joélly representa uma adolescente vaidosa e determinada aos 15 anos. Alana mergulhou em pesquisas sobre juventude periférica para captar nuances emocionais.
Treinamentos com coaches de dialeto reforçaram o sotaque paulista da trama. As interações com o elenco sênior, como Dira Paes, ocorreram desde julho nas externas da Brasilândia.
A divisão de cenas com Sophie Charlotte exigiu sincronia familiar. Diálogos sobre conflitos geracionais foram testados em workshops iniciais.
O processo incluiu visitas a comunidades reais para autenticidade. Alana ajustou expressões faciais para transmitir resiliência sem exageros.
Bastidores das filmagens em São Paulo
As gravações começaram em julho na zona norte da cidade. Equipes de mais de 30 profissionais ocuparam ruas da Brasilândia por dias inteiros.
Locais como a favela fictícia Chacrinha foram montados em estúdios Recnov. A produção priorizou segurança com cordões de isolamento durante as externas.
Eventos de lançamento reuniram o elenco na Pinacoteca de São Paulo. Alana participou de fotos oficiais ao lado de coestrelas como Grazi Massafera.
A logística envolveu transporte diário para sets dispersos. Horários flexíveis permitiram ajustes para atores com agendas paralelas, como Julio Rocha.
Influências no amadurecimento profissional
Contracenar com veteranas acelera o aprendizado diário. Alana absorve técnicas de improvisação de Sophie Charlotte em takes complexos.
A novela exige versatilidade em cenas de humor e drama. Treinos físicos prepararam o corpo para sequências de ação urbana.
O elenco promove trocas informais pós-gravação. Discussões sobre roteiro fortalecem laços e refinam interpretações coletivas.
Participações musicais de Xamã e Belo adicionam camadas culturais. Alana integrou elementos rítmicos em danças da personagem.
Expectativas para a estreia da trama
A história gira em torno de ciclos familiares interrompidos por injustiças sociais. Gerluce, vivida por Sophie, lidera a busca por justiça em fraudes farmacêuticas.
Joélly enfrenta gravidez precoce, ecoando padrões geracionais. A narrativa equilibra emoção com toques tragicômicos na metrópole.
O público antecipa o impacto visual da produção. Cores vibrantes e cenários pulsantes diferenciam a estética das antecessoras.
A estreia ocorre após a reexibição de Vale Tudo. Episódios iniciais prometem engajamento com reviravoltas familiares.

