O piloto Max Verstappen, da Red Bull, expressou sua insatisfação com o regulamento atual da Fórmula 1 desde sua estreia na Austrália em 2026, gerando especulações sobre uma possível aposentadoria antecipada. Em meio a essas críticas, Stefano Domenicali, CEO da categoria, abordou o futuro das regras e as alterações já planejadas para os anos de 2027 e 2028. A principal reclamação de Verstappen era o equilíbrio de potência dos motores, que agora começa a ser revisado.
Para alterar as regras, é necessário um consenso entre as equipes, os fabricantes, a FIA e a própria direção da Fórmula 1. Domenicali explicou que, apesar do desejo por mudanças mais agressivas no equilíbrio de potência, um acordo resultou em uma transição gradual das normas.
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O dirigente garantiu que as atualizações estão em desenvolvimento e o feedback inicial é positivo. Além de ter o apoio de outros pilotos, Domenicali revelou ter conversado pessoalmente com Verstappen sobre as futuras modificações, acreditando firmemente que o tetracampeão mundial permanecerá na Fórmula 1.
Stefano Domenicali demonstrou confiança na permanência de Verstappen, atribuindo isso à relação próxima que mantém com o piloto. Ele acredita que o holandês ficará extremamente satisfeito com as futuras mudanças, pois o piloto tem um grande apreço pela Fórmula 1 e se preocupa com o futuro do esporte. Embora a decisão final seja de Verstappen, a categoria continuará seu caminho, com ou sem o piloto.
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A expectativa do CEO da Fórmula 1 está diretamente ligada ao processo de revisão das regras em andamento. A categoria já trabalha intensamente nas configurações que serão implementadas nos próximos anos, com pilotos e equipes participando ativamente dos testes e fornecendo avaliações sobre o desempenho dos carros.

Quais são as alterações planejadas para o regulamento da Fórmula 1?
A principal modificação programada para o regulamento envolve o equilíbrio de potência das unidades de motorização, que combinam componentes elétricos e de combustão. Em 2026, a nova geração de motores adotou uma divisão de aproximadamente metade da potência vinda do motor a combustão e metade do sistema elétrico, uma mudança significativa em comparação com a geração anterior.
A partir de 2027, no entanto, a Fórmula 1 começará a ajustar essa balança, realocando uma maior proporção de potência para o motor a combustão. Em 2028, a divisão será estabelecida em 60% para o motor a combustão e 40% para o sistema elétrico. Esta alteração representa uma correção gradual do equilíbrio adotado em 2026, sem significar um retorno completo aos motores utilizados em períodos passados.

