O Vila Nova encerrou um período de preparação de duas semanas antes de voltar a campo pela Série B do Campeonato Brasileiro. Para o meia Marquinhos Gabriel, o intervalo foi fundamental para que a equipe corrigisse detalhes apresentados nas últimas partidas, principalmente nos jogos como visitante. O Tigrão recebe o Sport neste sábado (8), às 16h, no Onésio Brasileiro Alvarenga (OBA), em Goiânia.
Titular e uma das principais referências técnicas do elenco, o jogador destacou que o período sem partidas ajudou o grupo a ajustar a estratégia para a sequência da competição.
“Foi importantíssimo, ainda mais que a gente tinha detalhes para serem arrumados. A gente vem de jogos importantes dentro de casa, mas fora deixou um pouquinho a desejar. Esse período foi bom para ajustar esses detalhes e acredito que vamos muito prontos para esse jogo e para mais uma decisão”, afirmou.
O Vila Nova chega para o confronto ocupando a sexta colocação da Série B, com 34 pontos, enquanto o Sport aparece em 10º lugar, com 29 pontos. A equipe colorada busca voltar ao grupo de acesso e aposta no bom desempenho como mandante para seguir na parte de cima da tabela.
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Marquinhos explica diferença entre Vila em casa e fora
Durante a coletiva, Marquinhos Gabriel foi questionado sobre a diferença de desempenho do Vila Nova atuando no OBA e longe de Goiânia. O meia reconheceu que o time precisa evoluir como visitante e apontou alguns fatores que têm influenciado nos resultados.
Segundo ele, o apoio da torcida é um diferencial para o Tigrão dentro de casa, enquanto os adversários acabam tendo uma postura diferente quando recebem o Vila.
“Acredito que, assim como somos muito fortes dentro de casa, tem o fator torcedor que acaba nos ajudando a ir para cima do adversário. Fora de casa tem o fator do adversário a seu favor. Temos ajustado muito a nossa pressão, tentando fazer isso no campo adversário, e às vezes tem surtido efeito, às vezes não”, explicou.
O meia também destacou que gols sofridos no início das partidas fora de casa prejudicaram a estratégia da equipe. “Temos tomado gol muito cedo nos jogos, isso muda um pouco a estratégia. Às vezes vamos esperar um pouco mais o adversário e tomamos um gol cedo, aí precisamos sair mais para o jogo. Acredito que ajustamos isso nesse período de treinamento”, disse.
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Vila Nova quer aproveitar sequência de jogos em Goiânia
Em agosto, o Vila Nova terá uma sequência importante de partidas em Goiânia, incluindo o clássico contra o Atlético-GO. Para Marquinhos Gabriel, a equipe precisa aproveitar o mando de campo para permanecer na briga pelas primeiras posições.
“A gente precisa fazer o nosso dever de casa. Sabemos que o campeonato é muito difícil. Quando jogar fora, ser um pouco mais inteligente, não se expor muito e saber jogar esse jogo. Dentro de casa precisamos vencer para continuar nessa parte de cima da tabela, brigando pelo G2”, afirmou.
Sobre o Sport, o meia espera um duelo complicado contra uma equipe experiente e que reforçou o elenco durante a janela de transferências.
“É uma equipe muito experiente, contratou também, fez boas contratações. Esperamos um jogo difícil, assim como todos são, mas estamos preparados para fazer um bom jogo”, comentou.
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Reforços aumentam confiança no elenco
Marquinhos Gabriel também avaliou positivamente os movimentos do Vila Nova na janela de transferências. O clube contratou nomes como o atacante Bruno Mezenga, o volante João Vieira e outros atletas para reforçar o grupo comandado por Guto Ferreira.
Para o meia, a diretoria demonstrou ambição ao buscar peças para a disputa da Série B.
“Para mim, foi uma das melhores janelas da Série B. Foram contratações boas, pontuais, mas com muita força. Isso mostra o que o Vila quer na competição, que é brigar pelo título. Acho que vai dar para brigar pelo título”, declarou.
O jogador ainda descartou qualquer tipo de ciúme entre atletas que chegaram recentemente e aqueles que estão no clube desde o início da temporada. Segundo ele, o objetivo é coletivo.
“Isso não existe. Quem chega, chega para ajudar. Estamos aqui no mesmo objetivo, que é o acesso. Quem ganha é sempre o Vila. O campo é que fala, cada um buscando seu espaço e respeitando a decisão do professor”, finalizou.
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