principe william – Foto: @princeandprincessofwales
Príncipe William, herdeiro do trono britânico, chega ao Rio de Janeiro em novembro para a cerimônia do Earthshot Prize, premiação que ele criou em 2020 para incentivar soluções ambientais inovadoras. O evento ocorre no dia 5, no Museu do Amanhã, e distribui £1 milhão (cerca de R$ 7,3 milhões) a cada um dos cinco vencedores selecionados entre 15 finalistas globais. Luciano Huck, apresentador da Globo, assume o papel de mestre de cerimônias, apresentando em português e inglês para ampliar o alcance. A iniciativa visa reparar o planeta até 2030, com foco em urgência e otimismo diante das mudanças climáticas.
A escolha do Rio como sede marca a primeira vez na América Latina, alinhada à COP30 em Belém no mesmo mês. O prêmio recebeu 2.426 indicações este ano, incluindo 232 do Brasil e 316 da América do Sul.
Atividades paralelas incluem visitas a projetos locais de sustentabilidade. Bases operacionais instalam-se no Armazém da Utopia, no Maracanã e no Cristo Redentor para engajar a população.
Iniciativa do Earthshot Prize
O Earthshot Prize surgiu como resposta a desafios globais ambientais, inspirado no “Moonshot” de John F. Kennedy. Anualmente, desde 2021, identifica inovações em cinco categorias: proteger e restaurar a natureza, limpar o ar, oceanos e águas, construir um mundo sem desperdício e fixar o clima.
Até agora, o programa analisou mais de 5.300 candidaturas de 141 países. Reconheceu 60 inovadores via bolsas de estudo e alocou mais de £20 milhões para expansão de ideias.
Finalistas recebem suporte técnico e acesso a redes de investidores durante um ano acelerador.
Papel de Luciano Huck na cerimônia
Luciano Huck aceitou o convite no início de setembro, destacando o potencial das iniciativas brasileiras. O apresentador, conhecido por engajamento em causas sociais, coordena segmentos bilíngues para atrair plateia global.
A produção inclui convidados como Cate Blanchett e David Beckham, que apoiam a divulgação. Huck enfatiza a visibilidade para projetos locais, promovendo parcerias internacionais.
O formato mescla apresentações e performances para celebrar os finalistas.
Preparativos logísticos no Rio
Bases temporárias preparam o terreno para o evento principal. No Armazém da Utopia, exposições mostram protótipos de soluções vencedoras passadas.
O Maracanã abriga painéis com líderes ambientais, enquanto o Cristo Redentor recebe ações de conscientização. Equipes locais coordenam segurança e mobilidade urbana.
O cronograma inicia dias antes, com workshops para finalistas e encontros com filantropos.
Interesse do príncipe em mobilidade sustentável
William expressou desejo de usar transporte público durante a estadia, sugerindo o VLT Carioca para trajetos curtos. A proposta alinha-se ao tema ambiental do prêmio, promovendo redução de emissões.
O Centro de Operações Rio discute viabilidade, considerando protocolos de segurança real. Tal gesto reforça a mensagem de acessibilidade em práticas ecológicas.
Agentes britânicos e locais planejam rotas alternativas se necessário.
Impacto global das edições anteriores
Desde a estreia em Londres, o Earthshot catalisou £86 milhões em apoios adicionais para soluções premiadas. Projetos alumni protegeram 170 mil km² de terra e oceanos.
No Brasil, a organização Belterra, de Mato Grosso do Sul, venceu em 2023 por restauração florestal com produtores rurais. Outros ganhadores expandiram tecnologias de purificação de água e energia renovável.
Os cinco earthshots guiam seleções: um vencedor por categoria recebe o prêmio para escalar operações.
Visita de William a projetos brasileiros
O príncipe agenda inspeções a iniciativas finalistas no país. Foco recai em restauração de ecossistemas e tecnologias limpas aplicadas na região amazônica.
Equipes da Royal Foundation coordenam com parceiros locais para maximizar trocas. A viagem destaca biodiversidade brasileira como modelo global.
Detalhes exatos permanecem confidenciais por razões protocolares.


