Febre Amarela – Foto: Corona Borealis Studio/Shutterstock.com
A Secretaria Municipal de Saúde de Patos de Minas, no Alto Paranaíba, confirmou o primeiro caso de febre-amarela de 2025 no município. Uma idosa, previamente vacinada, apresentou sintomas leves, como mal-estar e desidratação, e foi atendida rapidamente, evitando complicações. O caso, detectado após exames na Fundação Ezequiel Dias, reforça a necessidade de manter altas taxas de vacinação e vigilância contra o vírus. Ações de controle de mosquitos e monitoramento de primatas também foram intensificadas.
- A vacinação é a principal medida para prevenir a febre-amarela.
- Uso de repelentes e roupas compridas ajudam a evitar picadas de mosquitos.
- Monitoramento de macacos mortos auxilia na detecção precoce do vírus.
- Unidades de saúde oferecem doses gratuitas para a população.
Resposta rápida evitou surto
A idosa foi atendida na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Patos de Minas logo após os primeiros sintomas. Exames descartaram dengue, e amostras de sangue confirmaram a febre-amarela após três testes positivos na Fundação Ezequiel Dias.
A agilidade no diagnóstico e o histórico vacinal da paciente foram cruciais para evitar a disseminação do vírus. A Secretaria de Saúde destacou que a vacinação prévia reduziu a gravidade do caso, reforçando sua eficácia.
A febre-amarela é uma doença viral transmitida por mosquitos dos gêneros Aedes e Haemagogus, comum em áreas tropicais. Os sintomas iniciais incluem febre, dor de cabeça e náuseas, podendo evoluir para formas graves com risco de morte.
A vacinação é a medida mais eficaz de prevenção, recomendada para toda a população em áreas de risco. Em Patos de Minas, a cobertura vacinal supera 80%, mas a meta é alcançar 100%.
A doença não é transmitida por macacos, que também são vítimas do vírus. O monitoramento de primatas mortos é essencial para identificar a circulação viral.
Medidas de prevenção em ação
A Secretaria de Saúde intensificou a vigilância em Patos de Minas após o caso. Equipes realizam ações de controle de mosquitos, como eliminação de criadouros e aplicação de inseticidas em áreas críticas.
Campanhas educativas orientam a população sobre o uso de repelentes e a importância de manter o cartão de vacinação atualizado. Postos de saúde oferecem doses gratuitas da vacina.
O monitoramento de macacos mortos foi ampliado, já que esses animais indicam a presença do vírus. Amostras coletadas são analisadas para direcionar estratégias de prevenção.
A população é incentivada a adotar medidas simples, como instalar telas em janelas e usar roupas compridas, para reduzir o risco de picadas.
Importância da vacinação
A vacina contra febre-amarela é segura e eficaz, sendo a principal ferramenta para evitar surtos. Uma única dose garante proteção por toda a vida, conforme orientação do Ministério da Saúde. Em áreas rurais e urbanas de Minas Gerais, a imunização é prioritária devido à circulação do vírus.
Monitoramento de primatas
Macacos não transmitem a febre-amarela, mas são indicadores importantes da presença do vírus. Em Patos de Minas, a morte de primatas é investigada para mapear áreas de risco. A análise de amostras de animais mortos ajuda a direcionar ações preventivas, protegendo a população.
Ações para proteger a população
As autoridades de saúde reforçam a importância de medidas combinadas para controlar a febre-amarela. Além da vacinação, a eliminação de criadouros de mosquitos e o uso de repelentes são estratégias essenciais para reduzir a transmissão do vírus em áreas de risco.


