O youtuber Elca, conhecido por conteúdos polêmicos e denúncias, alcançou a marca de 11,1 milhões de seguidores no Instagram após publicar um vídeo que expõe influenciadores digitais acusados de usar a imagem de menores de idade de forma inadequada. Postado no início de agosto de 2025, o material viralizou, gerando um aumento de cerca de 2 milhões de seguidores em poucos dias. A denúncia, que detalha práticas questionáveis de perfis que lucram com imagens de crianças, desencadeou debates nas redes sociais e atraiu atenção para a segurança de menores na internet. A ação de Elca foi gravada em São Paulo, onde ele reside, e publicada diretamente em suas plataformas. O crescimento explosivo reflete o impacto de conteúdos que abordam questões éticas e a influência do youtuber em discussões sobre proteção infantil online.
O vídeo, com mais de 10 milhões de visualizações em uma semana, detalha casos em que influenciadores, muitos com milhares de seguidores, postam fotos de crianças em poses sugestivas ou contextos inadequados para atrair engajamento. Elca, cujo nome real é Lucas Ferreira, compilou evidências de contas que monetizam esse tipo de conteúdo, incluindo prints de mensagens e interações suspeitas. A repercussão trouxe à tona a necessidade de maior regulação nas redes sociais.
- O que o vídeo revelou: Casos de influenciadores que lucram com imagens de menores em situações inadequadas.
- Reação do público: Milhares de comentários apoiando a denúncia e pedindo providências.
- Impacto imediato: Crescimento de 2 milhões de seguidores em menos de uma semana.
A exposição gerou reações mistas, com apoio de defensores da proteção infantil e críticas de influenciadores citados, que negam irregularidades.
Repercussão nas redes sociais
O vídeo de Elca provocou uma onda de debates no Instagram, Twitter e TikTok, com hashtags como #ProtejaAsCrianças e #ElcaDenuncia ganhando destaque. Usuários compartilharam trechos do conteúdo, ampliando sua visibilidade. Organizações de proteção à infância, como a SaferNet, elogiaram a iniciativa, mas alertaram para a necessidade de ações legais contra os responsáveis. O youtuber, que já era conhecido por abordar temas controversos, consolidou sua posição como uma voz crítica no universo digital.
A discussão também chegou a fóruns online, onde pais e educadores expressaram preocupação com a exposição de menores. Alguns relataram dificuldades em denunciar conteúdos inadequados às plataformas, que muitas vezes não respondem rapidamente. A viralização do vídeo coincidiu com um aumento de 30% nas buscas por termos como “segurança infantil online” no Google, segundo dados de ferramentas de análise de tráfego.
- Hashtags virais: #ProtejaAsCrianças e #ElcaDenuncia lideraram trends no Twitter.
- Envolvimento de ONGs: SaferNet e outras entidades apoiaram a denúncia.
- Reação de plataformas: Instagram prometeu revisar contas sinalizadas.
- Engajamento recorde: Post alcançou 10 milhões de views em sete dias.
O crescimento de seguidores de Elca reflete o interesse público em conteúdos que expõem problemas éticos nas redes sociais.
Contexto da exploração de menores no Instagram
A prática de usar imagens de menores para atrair seguidores não é nova. Relatórios recentes apontam que contas gerenciadas por pais ou tutores, conhecidas como “mom-run accounts”, frequentemente publicam fotos de crianças em trajes reveladores, atraindo um público majoritariamente masculino. Essas contas podem gerar lucros significativos, com influenciadores mirins faturando até R$ 10 mil por postagem patrocinada, conforme investigações de portais jornalísticos.
Elca destacou em seu vídeo que algumas dessas contas vendem acesso a conteúdos exclusivos, como fotos ou chats privados, por valores que variam de R$ 20 a R$ 500 mensais. Ele também apontou a falta de moderação efetiva por parte do Instagram, que permite a continuidade dessas práticas mesmo após denúncias. Especialistas em segurança digital reforçam que a ausência de regulamentação clara facilita a exploração.
- Lucro elevado: Posts patrocinados de menores podem render até R$ 10 mil.
- Falta de moderação: Denúncias ao Instagram raramente resultam em ações rápidas.
- Público-alvo: Contas atraem majoritariamente seguidores masculinos adultos.
A exposição de Elca trouxe à tona a necessidade de maior proteção para crianças nas redes sociais, especialmente em plataformas visuais como o Instagram.
Reações dos influenciadores citados
Alguns influenciadores mencionados no vídeo de Elca responderam publicamente, negando as acusações e afirmando que suas postagens seguem as diretrizes das plataformas. Uma influenciadora, que gerencia a conta de sua filha de 10 anos, disse em um vídeo no TikTok que as fotos publicadas são “inocentes” e voltadas para divulgar marcas de roupas infantis. Outros optaram por tornar seus perfis privados ou desativar comentários, temendo represálias.
No entanto, a pressão pública levou algumas marcas a suspender parcerias com contas sinalizadas. Uma empresa de moda infantil anunciou que revisaria contratos com influenciadores mirins, priorizando a segurança das crianças. A reação das marcas reflete a preocupação com a imagem pública diante de denúncias tão graves.
- Defesa dos acusados: Influenciadores alegam que postagens são inofensivas.
- Mudança de privacidade: Contas passaram a restringir acesso após o vídeo.
- Reação de marcas: Algumas suspenderam contratos com influenciadores.
A movimentação mostra como a denúncia de Elca impactou não apenas os seguidores, mas também o mercado de influenciadores digitais.
Resposta do Instagram e medidas prometidas
O Instagram, pertencente à Meta, emitiu um comunicado após a viralização do vídeo, afirmando que está “investigando as contas mencionadas” e que “a segurança de menores é uma prioridade”. A empresa destacou que remove conteúdos que violem suas políticas e que trabalha para melhorar os sistemas de moderação. No entanto, especialistas criticam a lentidão da plataforma em agir, apontando que denúncias semelhantes já haviam sido feitas sem resultados concretos.
Em 2024, a Meta enfrentou acusações semelhantes após investigações jornalísticas revelarem que suas ferramentas de monetização estavam sendo usadas para explorar crianças. A empresa prometeu implementar medidas como a exigência de registro para contas gerenciadas por pais e a suspensão de assinaturas de perfis infantis, mas a aplicação dessas regras ainda é inconsistente.
- Comunicado oficial: Meta promete investigar contas denunciadas por Elca.
- Críticas à moderação: Especialistas apontam lentidão na resposta da plataforma.
- Medidas passadas: Meta já prometeu mudanças em 2024, mas com pouca efetividade.
A pressão pública gerada pelo vídeo pode forçar a plataforma a adotar ações mais rigorosas.
Impacto na carreira de Elca
O crescimento de 2 milhões de seguidores consolidou Elca como uma figura de destaque no debate sobre ética digital. Com 11,1 milhões de seguidores, ele agora está entre os maiores criadores de conteúdo do Brasil no Instagram. Seu canal no YouTube, que já ultrapassa 5 milhões de inscritos, também viu um aumento de 20% nas visualizações após o vídeo. Marcas de tecnologia e ONGs de proteção infantil começaram a procurá-lo para parcerias, indicando um novo rumo em sua carreira.
Elca, que começou como criador de conteúdo de entretenimento, tem se voltado cada vez mais para temas sociais. Ele anunciou que planeja novos vídeos sobre segurança digital, prometendo continuar expondo práticas antiéticas nas redes. Sua abordagem direta e o uso de evidências visuais, como prints e gravações, têm atraído uma audiência jovem e engajada.
- Novo status: Elca entra para o topo dos influenciadores brasileiros.
- Parcerias emergentes: Marcas e ONGs buscam colaborações com o youtuber.
- Foco social: Criador planeja mais conteúdos sobre ética digital.
O caso reforça o poder dos criadores de conteúdo em moldar debates públicos e influenciar mudanças.
O que esperar do futuro
A denúncia de Elca abriu espaço para discussões mais amplas sobre a proteção de menores nas redes sociais. Autoridades brasileiras, incluindo o Ministério Público, sinalizaram interesse em investigar as contas citadas, o que pode levar a novas regulamentações. Projetos de lei sobre segurança digital, já em tramitação no Congresso, ganharam destaque após o vídeo, com deputados pedindo maior responsabilização das plataformas.
Enquanto isso, a comunidade online permanece dividida. Alguns defendem a liberdade de expressão dos influenciadores, enquanto outros exigem medidas mais duras contra a exploração infantil. O caso de Elca pode marcar um ponto de virada na forma como as redes sociais lidam com conteúdos sensíveis, especialmente aqueles envolvendo crianças.
- Investigações oficiais: Ministério Público analisa contas denunciadas.
- Projetos de lei: Congresso discute regulamentação de redes sociais.
- Debate público: Comunidade se divide entre liberdade e proteção.
O vídeo de Elca não apenas impulsionou sua popularidade, mas também colocou em xeque a responsabilidade das plataformas e dos influenciadores na proteção de menores.


